My Way - Mars - Gun's... Canções que tocam a minha ALMA (seleção csl)

Mostrando postagens com marcador Lógica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lógica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Lógica

Texto Integral de CSL


                                   Quando estudamos lógica, pensamos que tudo deve fazer sentido, e que a lógica sobreporia qualquer coisa que pudesse parecer ilógico. O que faz um rapper coreano produzir um clipe aparentemente bizarro, que cai na graça de milhoes de pessoas, que fazem mais de 300 milhoes de acessos, o que a graciosidade do PSI, a sensualidade das coreanas, ou o despreendimento dos figurantes?                      
 
                      Nada disso nao, porque nao adianta querer buscar explicacao, para o que nao tem explicacao, apenas deve ser aceito.
 
                       Nao sei da vida deste RAPPER, mas se ja nao era rico, ficou milionario da noite para o dia, o que reputo como sendo algo atipico e necessario, necessario porque? Ora, porque desnecessario se as coisas nao precisam ser logicas.                      
 
                       O que realmente importa eh o resultado, assim como na minha profissao de Contador, no caso dele, o que importa eh o resultado, a felicidade com que as pessoas cantam, dancam e veneram o clipe eh fascinante, e se agrada a todos, para que temos que nos preocupar com a logica. Observem no segundo video na apresentacao dele ao vivo, a manifestacao corporal das pessoas, a felicidade que exala de seus seres, eh muito bom.                      
 
                      Fui assim tambem contaminado por este hit, esta febre, pois nao sei dizer o que acontece, eh muito bom ver e rever este clipe, ainda mais eu que amo clipes, sou critico de clipes, critico no sentido particular.
 
 
xx xx
 
 
 
 
 
 
xx xx

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Kakai e Lógica

                                     (csl) Porque eu contrataria um Advogado Criminal, que os seus honorários começam com 6 dígítos, ou seja, valor de honorários não inferior a R$ 100.000,00 (cem mil reais)?

                                            Ora, ora porque eu quero acautelar-me de ter a melhor defesa. Óbvio. Mas porque eu quero ter a melhor defesa se eu sou convicto da minha inocência? Bom esta resposta fica efetivamente difícil de responder, pois pela LÓGICA não faz qualquer sentido.

                                             Pois bem, na mídia na Região do Nordeste, especialmente o Estado do Piauí, paira a polêmica morte de FERNANDA LAGES, a qual após investigacação minuciosa da Polícia Civil do Estado, inicialmente direcionava a suícídio, porém com tanta pressão da população, bem como os incansáveis promotores naturais do caso que reputam tal morte como homício, restou concluir, melhor dizendo não concluir a PEÇA que seria ofertada ao MP, como inconclusiva, ou seja, não chegou-se a conclusão alguma sobre o que aconteceu com a digníssima moçoila.

                                             Na mídia hoje, li sobre um possível plano para assassinar o engenheiro Jivago Castro, não sei se suspeito, mas pelo jeito parte do quebra cabeças, que tem como patrocinador, nada menos que o Ilustre KAKAI, ou seja, um dos melhores advogados criminalistas deste País, atuando em especial em Brasília, cujo um dos seus clientes bem conhecidos por exemplo é José Sarney, entre outras personalidades do mundo político com destaque na mídia nacional.



Porque será que KAKAI ( Antonio Carlos de Almeida Castro), foi contratado pelo Engenheiro Jivago, ó pergunta que não quer calar.






 

 

 

 

Conheça um pouquinho do curriculum de Kakay (csl)

 

 

Kakay, defensor dos poderosos

24 de agosto de 2009

O ‘Valor’ publica hoje um excelente perfil do mais famoso advogado de Brasília, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, o maior amigo de José Dirceu e eleitor confesso de José Serra para a Presidência da República: “Vamos ter pela primeira vez um governo de esquerda no Brasil”.
O perfil é assinado pelos jornalistas Raymundo Costa e Juliano Basile:

“Eleitor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e “grande amigo” do ex-ministro José Dirceu, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro ganhou muito dinheiro no governo do PT, mas também a fama de usar a rede de relações que construiu com os poderosos da República, ao longo dos últimos 30 anos para obter vantagens para seus clientes.

Antonio Carlos de Almeida Castro é o Kakay, que voltou ao noticiário, nas últimas semanas, na qualidade de defensor do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ameaçado por um processo de impeachment, já arquivado. Kakay é o nome certo a ser procurado em Brasília quando o assunto é crime de colarinho branco.

Com a fama e a sucessão de escândalos no país, a clientela de Almeida Castro aumentou, ele reconhece. Mas recusa terminantemente a afirmação de que tenha enriquecido no governo do PT e a pecha de “facilitador” ou de “resolvedor-geral da República”, como já foi chamado.

“Fui advogado de oito ministros do governo de Fernando Henrique Cardoso, além do vice Marco Maciel. Até hoje advogo para o Paulo Renato (ex-ministro da Educação acusado de usar indevidamente jatinhos da FAB em viagens particulares no governo FHC). No governo de Lula, sou advogado apenas de três”, disse Kakay ao Valor, em uma conversa durante almoço no restaurante Piantella, ponto de encontro de políticos, ministros de Estado e do Judiciário, e do qual é um dos sócios.

“Eu sou sócio do Piantella há 15 anos”, conta Kakay. “Nunca trouxe um ministro para almoçar ou jantar aqui. Nunca nenhum ministro de tribunal almoçou ou jantou aqui comigo.” O Piantella ganhou notoriedade como o restaurante preferido do deputado federal Ulysses Guimarães, morto em 1992, que presidiu o PMDB.

Kakay, de fato, está na praça há muito tempo. Já no governo de Fernando Collor de Mello, advogou para a ministra Zélia Cardoso de Melo. E começou a se aproximar de José Dirceu na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Anões do Orçamento. As acusações de Dirceu lhe renderam pelo menos 30 clientes naquela CPI, pela qual passaram as maiores empreiteiras do país.

“Conheci o Zé completamente fora da política. Eu era advogado das empreiteiras nas CPIs. O Zé me deu muitas causas”, diz, referindo-se ao fato de que o então deputado José Dirceu era um dos mais atuantes da bancada do PT.

Outra versão diz que Kakay aproximou-se de Dirceu, em 2003, quando, empossado na Casa Civil, o petista precisava aproximar-se de mais aliados no PMDB e o advogado o teria auxiliado nessa tarefa junto com Sarney.

Até 1994 foi sócio de José Eduardo Alckmin, hoje advogado do PSDB. Na versão de Kakay, Alckmin queria crescer; ele, manter o escritório que ainda tem num shopping da cidade - só ele e duas advogadas. Ao todo, afirma que tem uns 200 processos, mas que o escritório só toca cerca de 30 permanentemente, por conta da morosidade da Justiça. “Os processos levam 10 anos. Eu nunca tive um casamento de 10 anos”, diz ele, que já está na terceira mulher e tem três filhos.

À época, os dois advogados fizeram um acordo: sempre que um arrumasse uma causa para o outro, dividiriam os honorários. Por conta desse acordo, Kakay recebeu a primeira grande bolada já no período do governo Lula - um acordo da direção da Caixa Econômica Federal com o fundo de pensão de seus funcionários. Total dos honorários: R$ 32 milhões. Kakay ficou com R$ 16 milhões, como combinado.
Para um advogado formado na Universidade de Brasília (Unb), sem mestrado ou doutorado, o sucesso de Kakay chama a atenção. Ele começou como todos os advogados de Brasília - correspondente dos grandes escritórios do eixo Rio-São Paulo. Hoje, é o nome certo a ser procurado em casos de crimes financeiros. Em Brasília. Kakay não vai a posses nos tribunais, não frequenta a casa de ministros, nunca vai a coquetéis e diz que não mistura as coisas - votou em Lula, mas não é filiado ao PT.

“Não sou partidário”, diz Almeida Castro. “Só advogo no Judiciário”, afirma, negando que seja frequentador dos corredores de ministérios, da Casa Civil e muito menos dos palácios presidenciais de Brasília.

“Estive duas vezes em Palácio”, diz. A primeira delas, com Fernando Henrique Cardoso, acompanhando o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que fora tratar de assuntos referentes à Copa do Mundo de 2014. A outra, já no governo Lula, foi apresentar outro amigo influente: o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que acabara de ser eleito - mal imaginava que em 2005 Lula colocaria Perillo numa lista de inimigos pessoais, por ter o ex-governador de Goiás dito que avisara o presidente sobre o mensalão.

Kakay hoje se considera “amigo de Sarney”. Mas não era assim em um dia de fevereiro de 2002, quando ele estava no aeroporto de Brasília preparando-se para uma viagem a Goiânia, onde teria uma audiência. O telefone tocou. Do outro lado da linha estava Sarney, a quem Kakay não conhecia e de quem era um crítico. “Eu tinha formação de esquerda”, afirma.

O senador foi direto ao ponto “Um amigo comum me indicou o senhor para advogar para a Roseana”. A filha de Sarney despontava nas pesquisas como uma candidata competitiva à Presidência da República, nas eleições daquele ano, e a Polícia Federal apreendera em um escritório seu e do marido Jorge Murad R$ 1,38 milhão. Dinheiro para a pré-campanha de Roseana.

“Só mudei de lugar, fui para o Maranhão, em vez de Goiânia”, relembra hoje Kakay. “Aí, ganhei o caso dela, estabelecemos um relacionamento ótimo, ficamos muito amigos”. Conversam sobre vinhos, livros. A política não seria um prato forte. “Nunca fui filiado a partido. Fui presidente de centro acadêmico, participei de todos esses movimentos tradicionais (tipo diretas já). Nunca fiz política partidária. Não teria nenhum interesse em me candidatar”, diz o advogado.

Kakay conta que só tomou “liberdade” com Sarney quando o senador foi recentemente jantar em sua casa. Disse que achara uma besteira ele disputar a Presidência do Senado, que não acrescia mais nada à sua biografia. Almeida Castro ficou irritado quando os jornais noticiaram que ele escrevera o discurso no qual Sarney se defendeu no Senado. “Imagina, um ex-presidente da República, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Não quis defender o senador maranhense no Senado por entender que o julgamento seria político. Mas deu boas dicas jurídicas para que as denúncias fossem derrubadas.

Kakay também possui uma parte do sítio do Pericumã, a propriedade mais conhecida de Sarney. A versão corrente em Brasília é a de que ele teria recebido as terras como honorários pelo caso Lunus (a empresa de Roseana e Murad). Almeida Castro, que gosta de dizer que não cobra honorário dos amigos, garante que não houve nada disso. Ele fora procurado por Emílio Odebrecht, da construtora Norberto Odebrecht, que iria tocar um grande empreendimento imobiliário no sítio. E concordou entrar como sócio. Depois disso, nunca foi lá. Sarney continua com uma parte. Alguma coisa entre 10% e 12% das terras.

Seu grande mentor foi José Eduardo Alckmin (primo do ex-governador Geraldo Alckmin, de São Paulo), seguido de José Carlos Dias, ex-ministro da Justiça de FHC. Ele representou outros grandes escritórios em Brasília, como o de Márcio Thomaz Bastos e Nélio Machado. Tem amigos como Sarney e Marconi Perilo, é chegado a Lula e só elogios ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. “Pode-se discordar dele, mas é uma pessoa competente.”

Como diz um amigo, Kakay é um mestre na arte de fazer amigos e influenciar pessoas, além de bom filho e pai de família. Nas contas do próprio Almeida Castro, ele tem uns 20 grandes amigos. Mas não é cobrado por ser amigo de nenhum. “Eu sou muito amigo do Antonio Carlos Sigmaringa, mas ninguém me cobra isso”. O caso é diferente quando o amigo é José Dirceu.

Ele diz que sua amizade com Dirceu é “imensurável”. De fato presenteou o ex-ministro com vinhos caros e viajou com ele a Cuba, em férias. Uma amizade nascida nas CPIs e regada no Piantella, pois a exemplo dele, Dirceu gosta de jantares e vinhos refinados. Dirceu frequenta sua casa para jantares que têm o dedo da mulher de Kakay, Valéria Vieira, gourmet que chegou a dar aulas de culinária no exterior durante 12 anos
Quando houve a denúncia do mensalão seria natural que o advogado de Dirceu fosse Kakay. Ele achou que não. “Zé, você deve pegar um advogado tucano que faça esquecer qualquer questão partidária.” Dirceu pediu uma indicação. “José Carlos Dias foi ministro da Justiça do Fernando Henrique, é um cara competentíssimo, meu amigo, foi quem mais me avalizou na questão profissional, depois do Alckmin.”
Os dois foram para São Paulo e Dirceu teve uma conversa com Dias. O ex-ministro de FHC até se entusiasmou com a causa, mas já era advogado do Banco Rural (que era acusado de envolvimento no esquema do mensalão). Mas da conversa saiu o nome de José Luiz de Oliveira Lima, o Juca, um advogado jovem que subitamente saltou para a fama.

Kakay foi advogado do banqueiro Daniel Dantas no caso em que a empresa Kroll fora acusada de espionar o ex-ministro Luiz Gushiken a mando do dono do Opportunity. Como Dirceu e Gushiken disputavam espaços de poder no início do governo Lula foi logo identificado como um defensor da causa do banqueiro no Palácio do Planalto, pois Gushiken jogava exatamente do outro lado.

Embora diga que só atua no Judiciário, o Valor apurou que Kakay, nesse caso, exerceu o mesmo papel que outros advogados próximos de Lula, mais recentemente: tentar convencer o governo de que Dantas queria vender sua parte na Brasil Telecom e deixar o ramo da telefonia (o que aconteceu este ano com a criação da Oi - a compra da Brasil Telecom pela Oi).

Em outro episódio, quando José Carlos Dias foi convidado para ser ministro da Justiça, pediu para Kakay sondar o delegado Paulo Lacerda para a direção da Polícia Federal. Lacerda não aceitou. Anos mais tarde, Lula eleito, Márcio Thomaz Bastos veio a Brasília avisou Kakay: “Ele vai me convidar para ministro da Justiça e eu não vou aceitar”. Almeida Castro reagiu causticamente: “Se você entrar lá,sai ministro”. Na saída, já ministro escolhido por Lula, Thomaz Bastos comentou que chamaria Paulo Lacerda para a PF. “Ele não vai aceitar”, avisou Kakay. Desta vez, errou. Lacerda mudara de idéia.

Em Minas, segundo Kakay, existe um ditado segundo o qual “fama de rico, valente e namorador você não desmente não”. Mas ele reclama de que passou a ter “uma exposição negativa com a eleição do governo Lula, porque as pessoas pensam que eu sou petista, e o advogado não deve ser partidário. Eu não sou partidário. Advoguei mais para pessoas do PSDB”. Um amigo de longa data diz: “Criou-se uma imagem do Kakay e isso atrai clientes. Mas ele não oferece vantagens aqui em Brasília. Se ele oferecesse vantagens ele comprometeria o ministro do caso”.

“A minha vida mudou. Só que o Brasil também mudou. Acho que o Lula faz um grande governo, votei nele todas as vezes que foi candidato a presidente, agora, provavelmente eu vote no Serra. Eu acho o Serra o cara mais preparado para administrar o país. Eu só não voto no Serra se o candidato do PSDB for o Aécio Neves, porque aí as razões mineiras falam mais alto” - Kakay é de Patos de Minas.

E Dilma Rousseff, a candidata de Lula e do amigão do peito José Dirceu? “Eu não tenho muito entusiasmo em votar na Dilma não”, afirma. “Se o Serra for eleito, nós vamos ter pela primeira vez um governo de esquerda no Brasil”, diz Kakay, antes de arrematar: ” Eu acho que a alternância é positiva. Desde que você não paralise as obras do governo anterior. O Lula não paralisou as obras do FHC.”

Fonte: http://youpode.com.br/blog/alguemmedisse/tag/antonio-carlos-de-almeida-castro/


Assista uma entrevista do site migalhas  http://www.migalhas.com.br/







.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Pequeno Príncipe - Cativas ou Não Cativas - Disciplina






O Pequeno Príncipe I




O Pequeno Príncipe II





O Pequeno Príncipe III







Trecho do Livro:


"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia - disse a raposa.
- Bom dia - respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui - disse a voz -, debaixo da macieira...
- Quem és tu? - perguntou o principezinho.
- Tu és bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Vem brincar comigo - propôs o principezinho. - Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. - Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa - disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
(...)
- Eu procuro amigos. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços"...
- Criar laços?
- Exatamente - disse a raposa. - Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil garotos. Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
(...)
- Os homens esqueceram essa verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... - repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."


.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Lógica, para que serve?



Segundo definição da Wikipedia:

“A lógica (do grego clássico, que significa palavra, pensamento, idéia, argumento, relato, razão lógica ou princípio lógico), é uma ciência de índole matemática e fortemente ligada à Filosofia. (…) Assim, a lógica é o ramo da filosofia que cuida das regras do bem pensar, ou do pensar correto, sendo, portanto, um instrumento do pensar.”

                Antes de mais nada Bom Dia!! 08:09 de quinta-feira, um dia muito ensolarado, aliás o que é normal aqui no Nordeste, show! É mas não estou aqui a passeio não, e ontem foi um dia especial, a considerar que um projeto que começou pontualmente no dia 04/01/2011 pela CSL atingiu a sua meta ontem, era cerca de umas 22:12, ou seja, balancete contábil instantâneo, reflexo de 8 módulos               (1-Financeiro, 2-Compras, 3-Fiscal, 4-Vendas, 5-Gestão de Pessoas, 6-Ativo, 7-PCP e 8-Contabilidade) devidamente alimentado nas suas origens, e por fim, apenas uma rotina de contabilização, devidamente integrado? Integrado onde? Na contabilidade, por praticamente um toque de mágica, isto para janeiro de 2011, replicando agora para fevereiro a junho de 2.011 e por consequência natural, contabilidade em 14/07/2011 em dia, devidamente contabilizado, conciliado, relatório pronto para a tomada de decisão, isto apenas remete a pensar que exatamente dia 02/08/2011 teremos o balancete de Julho de 2.011, e por consequencia natural nos demais meses também, ah! O Sped Contábil foi enviado dia 30/06/2011, bem como as Dipj´s em 28/06/2011, não é para estar feliz?!, Be Happy.

              Bom, mas é lógico que não fiz isto sozinho, tem uma equipe, embora eu coordene o projeto, sem os recursos disponíveis que são pessoas em especial, e   estrutura  (materiais, equipamentos e espaço) não seria possível, isto tudo cedido pelo cliente, que na realidade é o idealizador do projeto, me chamou para eu dar uma mãozinha, está aí a minha contribuição.

               Três pessoas especiais para agradecer (Alessandro, André e Danielle).

               Mas, eu estava falando do que mesmo... Ah! de (sobre) Lógica, humm...

              
              "Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento. A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.

               As falácias que são falhas na argumentação possíveis de serem percebidas são bastante usadas no estudo da lógica, pois auxilia na detecção de verdades e falsidades."

Fonte: http://www.brasilescola.com/filosofia/o-que-logica.htm

               O conceito de lógica acima foi retirado da fonte citada, não conheço a fonte, mas confesso que o conceito descrito faz todo sentido, por tudo que já li sobre lógica, e portanto tem LÓGICA tal citação, vou dar crédito e eu assumo como verdadeiro tal conceito, assumindo isto passamos as minhas elucubrações sobre o tema.




               Lógica é algo que faz sentido, ou é algo que como diz um meninha da praça da alegria ( Nada a Ver Tio Carlos ). Lógica tem tudo a ver e nada a ver na realidade, senão vejamos:

               Lógica =       FALSIDADE x (versus) Verdades

Ah! Existem verdades falsas ok! Vou contar depois como a mesma é detectada. (Partir de uma premissa falsa).

               Leitor assíduo da revista exame e isto é dinheiro, até por obrigação em razão do meu ofício, mas devo dizer que tenho prazer em ler tal periódico.

               Outro dia me deparo com a seguinte notícia, algo mais ou menos assim: "Empresário é autuado por patrocinar estudo dos funcionários de sua empresa."

                Hoje no meu e.mail recebi uma mensagem com o teor da matéria publicada na exame, sendo:


"Sou um fora-da-lei

Fui multado por pagar escola para os meus funcionários


Silvino Geremia, empresário
Silvino Geremia, empresário em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul

Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam este país: investir em educação é contra a lei. Vocês não acreditam? Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.

Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá. Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo. Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.

Este ano um fiscal do INSS visitou a empresa e entendeu que educação é salário indireto. Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.

Tenho que pagar 26 000 reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários? Eu acho que não. Por isso recorri à Justiça. Não é pelo valor, é porque acho essa tributação um atentado. Estou revoltado. Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1 000 vezes.

O Estado brasileiro está falido. Mais da metade das crianças que iniciam a 1a série não conclui o ciclo básico. A Constituição diz que educação é direito do cidadão e dever do Estado. E quem é o Estado? Somos todos nós. Se a União não tem recursos e eu tenho, eu acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.

Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado. Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz. Se a moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar.

Não temos mais tempo a perder. As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas. A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.

Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz. Vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.

Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo. Completei o 1o grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica. Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.

Eu precisava fazer minha empresa crescer. Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar. Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo. A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.

O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais. Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe. Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.

Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer. E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade. O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na Geremia. No mínimo, ele trabalhará mais feliz.

Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz. Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.

Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado duas Mercedes. Teria mandado dinheiro para fora do país e não estaria me incomodando com leis absurdas. Mas não consigo fazer isso. Sou um teimoso.

No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta. Quem vai fazer no seu lugar? Até agora, tem sido a iniciativa privada. Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.

As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais. Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários. Não é o meu objetivo.

Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso: as pessoas. Eu sou mesmo teimoso."


Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0995/noticias/o-sucesso-virtual-do-ex-fora-da-lei
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0619/noticias/sou-um-fora-da-lei-m0049688?page=2&slug_name=sou-um-fora-da-lei-m0049688

Vamos lá, segue as minhas elucubrações (CSL):

                Não nos é defeso alegar desconhecimento de qualquer norma, rege o artigo 3o. do NCC, ou seja:

                " Art. 3º Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece."

                Acho lindo este artigo, até porque eu não vejo problema algum em termos em nossa mente alguns códigos e regulamentos, são tão poucos artigos para se saber, por exemplo:

                A CF, para quem não sabe a CF é a Constituição Federal, também conhecida como Carta Magda, digo Magna (sai de baixo), tem somente uma média de 250 artigos, e como ela foi bem feita em 1988 só tem umas 67 emendas.

                A CLT, para quem não sabe Consolidação das Leis de/do Trabalho, só tem uns 922 artigos, mas não se esqueça que você tem que conhecer as convenções coletivas de todas as classes de profissões e empresas.

                O NCC (Novo Código Civil), este tem bem poucos artigos, somente 2.046 artigos.

                Eu, ainda tenho obrigação de conhecer mais os 1.004 Artigos do RIR e RICMS de cada Estado e RIPI, tão pouco não?! Sem falar dos atuais CPC´S (Ave IFRS)

                Bom, vou parando por aqui, estes aqui ainda estão fáceis para termos em mente, mas dificil ainda ter CPP (Código de Processo Penal), CP (Código Penal) - vai que eu espirro em determinado local e não posso, "e o seu guarda diz: Eu sou a Otoridade, o senhor não pode alegar desconhecimento da norma que foi publica ontem do DO (Diário Oficial - minha leitura favorita, todo dia eu leio), e portanto: "TEJE PREZO", que feio não?! - Mas também se eu souber do príncipio da anterioridade no que tange a criação de normas, ele está ferrado, Leis de Transito (este eu tenho que conhecer todas aquelas plaquinhas), se eu for pego dirigindo bêbado, como eu tenho que conhecer a LEI, vou poder dizer para " o seu guarda, ou seja, seu guarda eu não sou obrigado a produzir prova contra a minha própria pessoa, e como a prova para voce dizer que eu estou bêbado, segundo a norma que foi mal redigida só pode ser o teste do bafometro, me safei... (não é show, conhecer as normas, eu adoooro), - mas aí como fica a minha consciência (ética/moral estas coisas.. humm (veja lá em outro post sobre isto, crise de consciênca agora...) entre muitos outros códigos, regulamentos, instruções normativas, portarias, convênios, os (ordens de serviço), esquisitices de juizes que criam portarias quando baixa o espírito de juizite nos cartórios de imenso Brasil.

                Ah! Não podemos esquecer os acordos internacionais (tratados e convenções), e temos que ver se foram ou não ratificados pelo Brasil, sem falar de termos que conhecer a hierarquia destes tratados/convenções.

                  Este artigo o 3o. do NCC, é tão bonito quanto o artigo 7o. da CF em seu inciso IV, onde diz que o Salário Mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada a vinculação par qualquer fim.

                  Eu acho este artigo 7o. Inciso IV utópico um must, veja além de atender as suas necessidades vitais básicas, deve atender às de sua família, puxa com R$ 545,00 dá para fazer tudo isso e ainda sobra para comprar ações da Petrobrás, da Cia Vale, não. Lindo, lindo.

                  Bom, isto posto agora fica mais fácil para abordarmos LÓGICA.

                  O juiz que se depara com a situação do ilustre empresário bonzinho, sim, pois ele alega que se o Estado não faz a parte dele, deixa ele fazer e que ele não seja punido, e eu concordo, mas o Estado através do JUIZ que diz o Direito, não pode ficar à marge da Lei, e o fiscal do INSS está corretíssimo em descer-lhe a caneta, com o todo o peso que lhe convém, afinal se ele não fizer isto está como se fosse prevaricando, não?! Claro que sim.

                   Mas o juiz tem "n" formas de sair pela tangente para não penalizar o empresário bonzinho, por exemplo pode alegar se a defesa foi bem construída, que embora a norma diga isso, ou seja, para onerá-lo tributariamente, que O INTERESSE SOCIAL PREVALECE SOBRE O INTERESSE INDIVIDUAL.

                     Pronto LÓGICA Restabelecida, compreendeu? Não? Ah! Fala sério.

                    Resumindo, nem tudo tem que ter lógica, se você puder usar algum artifício que engane construa uma outra forma de compreender o sentido das coisas.

                     O que é falso pode ser verdadeiro, logo o que é verdadeiro pode ser falso, depende de como você vê a situção, de que ponto você esta partindo.

                      É ilógico dizer que 2 + 2 = não é 4, depende posso dizer que 2 + 2 = 22, não? Qual é o contexto que está inserido(a) a pergunta, se você for advogado(a), sabe do que estou falando, parta de uma premissa falsa e tudo que estará na sequencia estara errado, porém parecendo estar certo.