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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O Perfil do novo Profissional Contador

* Claudionei Santa Lucia
   Contador
   Formado pela PUC-SP
   Diretor Geral da CSL Assessoria Empresarial S/S Ltda.



"Aqueles  que se enamoram da prática sem a ciência, são como o navegador que entra no navio sem timão ou bússola, que jamais têm certeza de onde se vai. Sempre a prática deve edificada sobre a boa teoria"

by Leonardo de vinci



O seguimento de negócios relacionados a área contábil tem se destacado no mercado, a considerar os efeitos do PAC (Programa de Aceleramento do Crescimento) do Brasil, instituído em 2007 ainda no Governo Lula, onde foi o nascedouro do SPED, cujo tripé tem as bases da Nota Fiscal Eletrônica, Sped Contábil e Sped Fiscal, bem como a discussão sobre a padronização da contabilidade mundial, adstrita ao US GAAP (Padrão Americano) e ao IAS (Padrão Europeu), que repercutiu no Brasil na Lei promulgada em 2007, denominada Lei 11.638/2007 que trata da convergência da contabilidade internacional dando espaço para o IFRS (International Finance Report Standards), ou seja, Padronização dos Relatórios Financeiros Internacionais, simplificando, e por fim sobre aspectos relevantes tributários, alterando também da Lei das S/A.

Por todo o exposto o profissional da área contábil foi remetido a um alto grau de compreensão de sua atividade, uma vez que aqueles que não são afeitos a área de TI (Tecnologia da Informação) e Direito, estão fadados a sucumbirem, ou literalmente cuidarem somente de contabilidade de empresas do tipo “secos e molhados”, botequins e empresas de fundo de quintal, serão equiparada a despachantes, aqueles que só sabem fazer DIEF, Darfs e desconhecem o poder da ferramenta, no que tange a uma escrituração contábil correta.




Importante destacar que embora tamanha complexidade envolva a questão do SPED e a convergência da contabilidade internacional, por incrível que pareça não é nada fácil compreender o regime tributário denominado SIMPLES NACIONAL, ou seja, de simples nada tem nada, e engana-se quem opera somente com grandes empresas que não tenham que conhecer este regime, uma vez que comprar destas empresas geram efeitos as vezes danosos a corporação, a considerar a não possibilidade de tomada de crédito de tributos por exemplo.

Naturalmente que o Contador de hoje, nada tem a ver com o Contador de ontem, absolutamente nada.

O atual contador envolve-se sim na preparação das demonstrações econômico-financeiras, porém ele esta muito mais focado na orientação, ou seja, trabalha mais como um consultor, do que efetivamente um executor, uma vez que de posse dos relatórios emite opiniões, as quais afetarão o andamento dos negócios do seu cliente se ouvidas, e hoje em dia é ouve-se o Contador, o que não acontecia até a pouco tempo.

Determinadas empresas com receio de errar na contratação de um Contador, optam por segurança, quando falamos em segurança neste seguimento nos referimos as BIG FOURS (Deloitte Touche Tohmatsu, Price Waterhouse, KPMG e E & Y – Ernst & Young), ou seja, as “bam bam” do seguimento de auditoria, nossos pares da contabilidade que atuam “auditando” o nosso trabalho.

Pois bem, estas empresas quando procuradas resolveram por não declinar a chamada do mercado, desta forma desenvolveram uma unidade de negócio denominada Outsourcing, e agora conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), isto já não é mais uma novidade.

A proposta deste artigo é alertar que o mercado esta por demais aquecido, e aquele que estiver melhor preparado terá a sua fatia garantida, e não precisamos ver os clientes que poderiam ser nossos serem somente das BIG Fours, pois temos condições de assumir clientes exigentes, basta que façamos a lição de casa, ou seja, estudar muito e estar bem próximo ao cliente, interessando-se pelo negócio, orientando-o para que o mesmo cresça, pois este também é o papel do Contador, ser um parceiro de negócios.

 Parnaíba, PI 26 de outubro de 2011


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sábado, 22 de outubro de 2011

Diplomata

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A Diplomacia é a carreira do momento. As mudanças nas relações internacionais estão ocorrendo de maneira acelerada e intensa. A cooperação entre povos e países no século XXI demandará esforço e atenção contínuos. O Brasil, por sua história e tradições diplomáticas, tem autoridade para reivindicar papel ativo na construção de um mundo mais próspero, estável e justo. Em nome da sociedade brasileira e na defesa dos interesses nacionais, o Itamaraty tem importante contribuição a dar ao ordenamento futuro das relações internacionais. E você pode fazer parte desse trabalho.

Aprovado no Concurso de Admissão do Instituto Rio Branco (IRBR), você entrará para a carreira diplomática como Terceiro-Secretário. Os cargos seguintes na carreira são: Segundo-Secretário, Primeiro-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe e Ministro de Primeira Classe (Embaixador).

Todos os diplomatas têm de ser aprovados no Concurso de Admissão. O treinamento durante a carreira é intenso e contínuo. Afinal, o diplomata tem de ser capaz, entre outros, de bem representar o Brasil perante a comunidade de nações; colher as informações necessárias à formulação de nossa política externa; participar de reuniões internacionais e, nelas, negociar em nome do Brasil; assistir as missões no exterior de setores do governo e da sociedade; proteger seus compatriotas; e promover a cultura e os valores de nosso povo. Você será preparado para tratar – tendo sempre como ponto de referência os interesses do país – de uma série de temas, que vão desde paz e segurança, normas de comércio e relações econômicas e financeiras até direitos humanos, meio ambiente, tráfico ilícito de drogas, fluxos migratórios, passando, naturalmente, por tudo que diga respeito ao fortalecimento dos laços de amizade e cooperação do Brasil com seus múltiplos parceiros externos.
O Itamaraty tem tradição de bem servir ao interesse público. José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira, legou-nos um padrão de excelência que nos esforçamos em manter. Hoje, sucedem-se reuniões de Chefes de Estado e de Governo, congressos de parlamentares, encontros empresariais, seminários técnicos, conferências de organizações não-governamentais, numa indicação clara de que os temas internacionais interessam crescentemente um número maior de representantes da sociedade. Para o Itamaraty, tal evolução enriquece e pauta a atuação do diplomata. No exercício de suas funções de defender os interesses do Brasil no exterior e de contribuir para o entendimento entre os países, o diplomata tem de estreitar a coordenação não só com seu governo, mas também com a sociedade da qual provém. Essa noção de diplomacia pública, que orienta as atividades do Itamaraty, constitui a principal fonte de renovação e, ao mesmo tempo, de legitimidade de nossa carreira diplomática. A vocação de serviço público do diplomata brasileiro pode ser também a sua.

 


Itamaraty






O Ministério das Relações Exteriores é o órgão do governo encarregado de auxiliar o Presidente da República na formulação da política externa brasileira, assegurar sua execução e manter relações com governos estrangeiros – dimensão bilateral da diplomacia – e com organismos internacionais – dimensão multilateral.

Dentre as funções principais do Itamaraty, destacam-se:

• colher as informações necessárias à formulação e execução da política exterior do Brasil;
• dar execução às diretrizes de política externa estabelecidas pelo Presidente da República;
• representar o governo no exterior;
• negociar e celebrar tratados, acordos e demais atos internacionais;
• organizar, instruir e participar de missões especiais em conferências e reuniões internacionais;
• proteger cidadãos brasileiros no exterior;
• promover os produtos nacionais em outros mercados; e
• tratar da promoção cultural do Brasil no exterior.

O nome Itamaraty vem da associação da sede do Ministério na Rua Larga, no Rio de Janeiro, desde 1899, a seu antigo proprietário, o Barão Itamaraty. O costume tornou-se lei em 1967. Em Brasília, na Secretaria de Estado das Relações Exteriores (SERE), a estrutura do Itamaraty foi concebida para permitir melhor coordenação, sem centralização, das questões de interesse para a política externa. Tal coordenação não se esgota dentro do Itamaraty, entre a SERE e os postos no exterior, fundamental, aliás, para garantir a coerência e a solidez das posições que o país deve assumir no plano internacional. Começa, na verdade, no estreito relacionamento que o Itamaraty mantém com os demais órgãos da Administração Pública nacional e, de maneira crescente, com os setores mais representativos da sociedade brasileira, com vistas a fortalecer a legitimidade de nossa política externa.

Nessa linha de atuação, constitui instrumento privilegiado de trabalho no Itamaraty a promoção de seminários, palestras, "workshops" sobre os temas principais da agenda internacional. O Itamaraty tem longa tradição de serviço público prestado ao Brasil e, por isso, tornou-se uma instituição respeitada dentro e fora do país.

 


IRBr – Instituto Rio Branco





O Instituto Rio Branco (IRBr) foi criado em 18 de abril de 1945, como parte da comemoração do centenário do nascimento de José Maria da Silva Paranhos Junior, o Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Em março de 1946, estabeleceu-se o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata do IRBr, cuja primeira turma foi composta de 27 Cônsules de Terceira Classe, como se chamavam então os Terceiros-Secretários de hoje. É desta data também a obrigatoriedade de concurso público pelo IRBr para o acesso à carreira.

Os objetivos do IRBr sempre foram:

• harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática;
• desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira; e
• iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.

Ao longo de seus mais de 50 anos, as mudanças nas necessidades da atividade diplomática resultaram em ajustes regulares nas normas e nos programas do Instituto, com vistas a manter atualizada a formação do diplomata brasileiro. A partir de 1967, passou-se a exigir dos candidatos ao concurso o primeiro ano de curso superior, exigência que se estendeu, em 1968, para o segundo ano e, em 1985, para o terceiro. Desde 1994, tornou-se pré-requisito curso superior de graduação plena.


(csl) Outras Inforrmações:

        1. Salário inicial R$ 12.900,00
        2. Salário máximo R$ 35.000,00 com todos os benefícíos
        3. Exigência para ser um diplomata:

                    Prestar concurso público federal, com provas objetivas e discursivas, bem como saber pontualmente além da língua pátria, o Espanhol e o Francês.

        4. Ser uma pessoa que goste muito de ler, estudiosa, determinada, culta, disciplinada, que saiba o que quer, e se possível e que tenha pais que possam orientá-lo(a) desde cedo do quanto é promissora e garantida a carreira, garantida no sentido de que seja pouco provavel que uma pessoa possa ser infeliz, sendo um diplomata, em especial se tiver um direcionamento desde cedo em sua vida.

             Se muitas pessoas tivessem um coach, muitas pessoas entao seriam realizadas profissionalmente. (csl).

Quer saber mais:

http://www.institutoriobranco.mre.gov.br/pt-br/a_carreira_diplomatica.xml

http://diplomatizzando.blogspot.com/  (ESTE BLOG É SHOW!!) Amei (csl)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

E aí, você é Bola Murcha ou Bola Cheia?

bola1
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Para Reflexão






bola


                                       (csl) Outro dia li algo que guarda relação com este vídeo, que trata da motivação, algo mais ou menos assim:

                                               Buscamos a felicidade, e isto é uma constante, mas não temos um manual que diz como acessar esta tal felicidade, então muitas vezes somos com um barco a vela, porém sem comando, logo a deriva, para onde o vento nos levar nos vamos, as vezes até tentamos ter o controle, mas as vezes desviamos o foco, e chegamos a lugar nenhum (se é que é possível chegar a lugar nenhum).

                                               Pois bem, imaginem que você é um executivo que percebe a remuneração de R$ 20.000,00 e que goza de prestígio na corporação onde trabalha, é visto no meio social como alguém que atingiu o ápice na sua profissão e estát tudo bem como você, tem os bens materiais que te dão conforto, uma bela família e por aí vai.

                                                Ocorre que você se depara com os bolas murchas, acabei de lembrar do filme prova de fogo, naquele caso, as pessoas que atravessavam o seu caminho e desejavam de desviar do foco no campo sentimental, eram chamados de parasitas, e você acaba ouvindo-os, se envolvendo e não devia.

                                                Então escuta como diz o vídeo, faça inglês, e vc diz, mas eu já faço inglês, então escuta então faça espanhol, e assim vai, ou seja, nunca esta bom.

                                                A questão é mais ou menos assim, VOCÊ QUE DEVE COLOCAR O LIMITE, não os outros, até onde você se da por satisfeito.

                                                 Você tem um honda civic top, seu vizinho tem uma camionete mercedes benz, e aí, vai querer competir com ele? Para que? Para satisfaçaõ do seu ego, ah! Ok, compreendi.

                                                Este executivo que aparentemente esta feliz, acaba circulando em uma roda social que para o patamar da sua remunerção esta bom, porém ele é convidado pelo chefe dele para ir ao clube jogar golfe, e para transitar lá, necessitará comprar um título, necessitará por exemplo aceitar o convite para ir em um evento onde terá custos, que não são necessários, que ele poderia viver sem, e é claro que eu sei que a rede de networking é importante, formá-la e mantê-la, mas dentro de um contexto, não é possível fazer tudo, deve-se fazer dentro do bom senso.

                                                A questão é que se você não colocar um limite você nunca estará feliz, sempre achará que esta faltando algo, e lembro-me novamente de um texto, que uma pessoa muito especial gosta, onde diz " Nao quero nada raso....... " veja aqui Nada Raso Me Satisfaz verdade, temos que ser ambiciosos, mas devemos definir um contexto, do contrário jamais atingiremos a felicidade.

                                               Bom, é isso, só para complementar o vídeo, se é que é possível pois ele é praticamente auto-suficiente para passar a mensagem, porém creio que devemos sim ser exigente, eu mesmo sou, porém tudo sempre dentro do bom senso, e ainda assim poderemos nao voar raso... (csl).