My Way - Mars - Gun's... Canções que tocam a minha ALMA (seleção csl)

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Steve Jobs - Revista Exame de 19/10/2011

                            Lendo a Revista Exame de 19/10/2011 página 192, a mesma contempla uma matéria sobre Steve, onde tem um texto que transcrevo abaixo, que fiquei refletindo sobre e compartilho neste post. Não quero comentar nada, só compartilhar, senão vejamos:


                          " ... A equipe de engenharia trabalhava na concepção do Macintoch, o computador que seria lançado três anos depois (isto era em 1981),  e mudaria para sempre o mundo da tecnologia. Numa reunião em que foi apresentado o cérebro do Mac, a placa-mãe onde são espetados os componentes que fazem a máquina funcionar, Jobs fez a seguinte crítica ao trabalho dos engenheiros:

                              " Essa parte é realmente bonita. Mas olhe os chips de memória. Isso é feio. As linhas estão muito perto uma das outras.".

                              Os responsáveis pelo design ficaram atônitos. Um novato, George Crow, interrompeu Job:
                             " Mas quem se preocupa com a aparência de uma placa-mãe? O importante é que ela funcione. Ninguém vai ver".

                             " Eu vou ver", respondeu Jobs. " Quero que ela seja o mais bela possível, mesmo que esteja dentro de uma caixa. Um grande carpinteiro não vai usar madeira vagabunda na parte de trás de um armário, mesmo que ninguém vá vê-la."

                             Fim de conversa. Os engenheiros voltaram ao trabalho para tentar resolver o problema de acordo com as diretrizes do chefe.

                            (csl) Disse que não iria comentar, mas... Gosto do estilo dele. (csl)



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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ícone - Steve Jobs - Insubstituível - "Veni, vidi, vici "

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                                  (csl) Já prestei algumas homenagens à Steve Jobs, mencionando seus produtos por aqui, em especial o Ipad, falando sobre valor da empresa, em especial antes de ontem sobre o valor da Marca. Existiam já 6 posts sobre Apple/Steve Jobs (Post sobre Apple/Steve Jobs anteriores), 7 com este.

                                           Em 23/09/11 escrevi um post sobre ser visionário, destaquei a APPLE, hoje 06/11 Obama diz: O Mundo perdeu um Visionário, o que não é novidade para ninguém.
                                           Li a sua biografia, fiquei fascinado por sua história.

                                          No final de 2010 tive a minha primeira experiência com esta marca, e de fato se confirmou o que eu ouvia falar, trata-se de um produto DIFERENTE, não tem nada de convencional, tinha o toque de alguém especial.

                                          Certa vez eu pensava sobre as pessoas insubstituíveis, recordo-me de escutar a exemplo nas corporações, ou mesmo em sala de aula, algo como " Esta pessoa irá substituir fulano de tal ". Escutava, e calava, não tinha nenhuma condição de entender o que esta mensagem passava.

                                           Pela minha experiência no mundo corporativo, construi um pensamento que as empresas devem funcionar independente das pessoas, ou seja, explicando melhor, lógico a empresa é formada por pessoas, mas não a pessoa x, y, ou z, querendo dizer que se ela não estiver lá, que a empresa possa parar. Então imaginava algo assim, pouco humanista, cria-se processos, rotinas, enquadra-se a pessoa no perfil do cargo e tudo funciona como tem que funcionar, e de fato deve ser assim.

                                           Não devemos ser/ficar refém de funcionários, ou quem quer que seja.

                                            O tempo foi passando, e eu fui mudando de opinião, não no sentido que não tivesse que existir processos, rotinas, manual de procedimentos, até para identificar não conformidades, isto aprendemos quando prestamos consultoria, a exemplo para implantar ISO 9000, questoes de compliance, Sarbaney Oxley (SOX), entre outras questões a exemplo do modismo da Governança Corporativa.

                                            Então fui mudando, mudando, e percebendo o seguinte, ao invés de pensar que as pessoas podem ser substituíveis, concluí que não, elas não podem ser substituíveis, ninguém substituirá a forma, a maneira, o jeito de você lidar com uma situação, este jeito é seu, um exemplo clássico é o que eu li recentemente na Internet, algo assim:

                                             Um executivo de vendas, era considerado vencedor na corporação onde ele atuava, trabalhava naquela empresa por algum tempo, era gerente de vendas, formou uma equipe, uma equipe que nao só atingia as metas, como ultrapassava. O o carisma, e o jeito como ele conduzia a equipe era algo que com certeza resultava no êxito do atingimento das metas, combinado com o treinamento constante.

                                             Certa feita, ele foi abordado pela empresa concorrente, deram a ele também uma equipe, mas o tempo que ele levou para construir a equipe anterior, talvez ele precisasse do mesmo tempo para construir uma nova, então onde ele obteve exito na empresa anterior, nesta nao conseguiu atingir os resultados, o resultado foi que ele foi despedido.

                                              Neste exemplo aqui nao estou focando nele, e sim nas pessoas que compunham a equipe dele, ou seja, elas não sao simplesmente substituidas por outra equipe e tudo dara certo, pois sao outras pessoas.

                                               Pois bem, é fato que eu continuo uma pessoa que acredita em rotinas, processos, manual de procedimentos, sim, uma empresa tem que funcionar como um relógio, somente as questões de segredos industriais, estratégias comerciais e Planejamento Estratégico devem ser segregados a poucas pessoas, ademais todo o resto deve ser delegado.

                                               Ninguém na Apple, por mais apaixonado pela empresa que trabalha, SERÁ COMO STEVE JOBS, que idealizou a sua empresa, sonhou com ela e MATERIALIZOU-A, tornando-a uma marca amada por muitos, e a empresa de MAIOR VALOR NO MUNDO, como disse em outro post, ela vale US$ 340 bilhões de dólares.

                                                Parabéns Steve, a frase " Veni, vidi, vici "(1)  cabe perfeitamente para você, és do tipo de pessoa que transforma, não veio para este mundo para ver as coisas acontecerem, e sim para fazer elas acontecerem. Enfim marcou o seu nome na HISTÓRIA. (csl)

                                            
(1) Tradução da frase em Latim: " Vim, vi e Venci "




Mundo perdeu um visionário, diz Obama sobre morte de Steve Jobs

06/10/2011 - 11h36

Paula Laboissière*

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lamentou hoje (6) a morte do ex-diretor executivo da Apple Steve Jobs. Por meio de nota, o líder norte-americano destacou que o mundo perdeu um visionário.

“Ele transformou nossas vidas, redefiniu indústrias inteiras e alcançou um dos maiores feitos da história humana: mudou a forma como cada um de nós vê o mundo”, disse o presidente.

Jobs morreu ontem (5), após uma longa batalha contra um câncer no pâncreas. A morte ocorreu um dia após o lançamento do iPhone 4S. O smartphone é um dos símbolos da criatividade da empresa que Jobs comandou até agosto deste ano, quando deixou o cargo.

Ele era considerado a força criativa que levou a Apple a tornar-se uma das maiores empresas do mundo. Graças a produtos inovadores – como o iPod, o iPhone e, mais recentemente, o iPad – a empresa tornou-se uma das marcas mais cobiçadas pelos consumidores em todo o mundo.

Por meio de um comunicado, a Apple informou que perdeu um gênio criativo e visionário e que o mundo perdeu um ser humano incrível.

* Com informações da BBC Brasil
Edição: Talita Cavalcante.

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As lições de Steve Jobs para o Marketing

Inovação, design, experiência e excelência nortearam o cofundador da Apple

    Steve Jobs reinventou o mercado de telefonia móvel com o iPhone, o de comunicação com o iPad, o de entretenimento com o Ipod e sua App Store, além da Pixar, criou uma experiência única com seus computadores pessoais e forjou um dos mais bem acabados modelos de negócios na Apple ao orientá-la pela inovação e pelo design. É daqueles visionários que transformam o mundo para sempre e que nos deixa muitas lições.

Todos os produtos de sucesso lançados enquanto Jobs dava as cartas ganharam vida a partir de um pensamento orientado pela simplicidade. Para muitos deles não havia sequer uma demanda latente, mas criaram desejos que beiram a doença. Filas de quase um dia inteiro para adquirir um produto são a prova disto. Steve Jobs mudou a forma de fazer Marketing no mundo. Ou fez uso da forma mais inteligente vista até então.

Jobs criou uma marca valiosa e principalmente amada e adorada por milhares de pessoas em todo o mundo. Desde então, não se fala mais em Branding sem citar o exemplo da maçã mordida. O líder aclamado pelas escolas de negócios do mundo inteiro e também por seus pares no terreno da tecnologia levou até o último nível o conceito que transforma os produtos em experiências. O varejo em experiência e um evento em algo esperado. Nenhuma loja no mundo vende mais por metro quadrado do que a Apple Store e nenhum evento na área de tecnologia chama mais atenção que os seus lançamentos de produtos.

Pense diferente

Pouquíssimas empresas no mundo conseguem transportar seus valores, seu DNA, sua essência e seu propósito de marca de forma tão tangível e sensitiva em seus produtos e em suas lojas. Isso porque é muito difícil encontrar exemplos como o de Steve Jobs. Como bem disse Barack Obama, Jobs foi “bravo o suficiente para pensar diferente, bravo o suficiente para achar que podia mudar o mundo e talentoso o suficiente para fazê-lo”.

Pensar diferente e ter coragem para mudar. Fácil no discurso, difícil na prática. Infelizmente, reservado a poucos profissionais e a poucas empresas. Digamos que Jobs teve muita facilidade em se diferenciar e criar produtos que se transformaram em sinônimos de categoria. Afinal, está tudo igual. A inovação é cada vez mais escassa. Poucos pensam diferente e têm coragem para mudar o status quo. Poucos têm a coragem de transformar um mercado. O mundo.

Mas só terá um Steve Jobs nos livros de história. O que chama atenção é que ele não inventou nada, “apenas” reinventou. Para isso, teve como meta nada menos que a excelência, como disseram os fundadores do Google. Não que seja uma tarefa menos árdua. Pelo contrário. Mas aqui também mora uma boa reflexão: a de que é possível transformar uma indústria pensando diferente e de forma simples. O mundo já está complexo demais. Difícil demais. Simplificar as coisas nunca foi tão urgente. E Jobs fez isso como ninguém nos últimos anos. É uma pena não tê-lo mais entre a gente para nos ajudar

Fonte:   http://www.mundodomarketing.com.br/editorialmateria.php?hi=27&materia=20936                       


Um pouco mais sobre  >>> APPLE


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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Perseverança e Determinação - Carpe Diem - ISSHOUKENMEI

“ISSHOUKENMEI GANBATTE NE”



Texto meu (csl):

                         (csl)   Tenho para comigo que se for para fazer algo, deve ser bem feito, se for para viver, viva intensamente, ou seja de o melhor de sí, para as coisas mais simples, as mais complexas, não faça nada mais ou menos.

                                   Enfim seja auto-motivada(o), pois a vida é uma só, e as barreiras que se apresentam a sua frente, não são para ficar ali estagnadas, são para serem derrubadas, mas quem disse que a derrubará com facilidade? Pois bem, esteja preparado, algumas não serão tão dificeis, mas vai depender do seu preparo.

                                   Algumas coisas me chamam a atenção na etnia oriental, creio que em especial o japonês, sendo característica, algo como um símbolo a sua perseverança, talvez por causa da guerra pela qual passaram. Passam uma imagem de intelectuais, pessoas comedidas, respeitosas e aparentemente submissas, divergindo do que me parece com a qualidade intelectual, pois quem é inteligente, só será submisso se quiser, ou seja, se lhe for interessante. Algumas coisas acontecem em nossas vidas, que nos fazem parecermos uma rocha, ou seja, intransponível, mas não é assim para todas as pessoas, em especial para a pessoa que amamos, ah como é bom amar. Sinto-me bem.

                                 
                                  Ah! Para finalizar, uma imagem de um "dialógo" entre duas celebridades, que eu confesso que a palavra Carpe Diem, tinha a ver com algo assim "Seja Leve, nem tudo é tão importante", e é ao contrário, "Faça tudo como se fosse a última vez" algo assim, não pontualmente, ou seja com muita intensidade.

                                   E, Jobs e Gates, creio que fizeram as duas coisas, foram determinados e ao mesmo tempo leves, e por isso talvez estavam travando este "diálogo" intenso.

                                    Resolvi transcrever o texto abaixo "ipsis litteris", pois achei bonitinho e cultural, a considerar a explicação da palavra Carpe Diem em Latim e em Japonês, segue: (csl)


Texto de outrem: 


Eu recebo vários pedidos pela internet sobre tatuagens em ideogramas e dentre eles o termo, CARPE DIEM, me chamou muita atenção, pois em japonês também há exatamente o que diz a respeito. “Carpe Diem” vem do latim que em português significa “viver o dia como se fosse o último dia”, isso nos ensina que devemos viver o dia a dia dando tudo de si como se fôssemos morrer no dia seguinte.


Em japonês seria exatamente o termo ISSHOUKENMEI que se escreve com quatro ideogramas conforme mostra embaixo



O primeiro ideograma é “número um, o primeiro, o único”. O segundo é “nascer, viver”. O terceiro é “pendurar o pescoço de cabeça para baixo” e o quarto é “vida, de vida ou morte”.

Literalmente significa “viver o único dia dando a sua vida como se pendurasse o seu pescoço de cabeça para baixo a beira da morte”. Sinceramente, se um brasileiro nato ou até mesmo um descendente de japonês que não tenha conhecimento da cultura japonesa, soubesse o sentido desse termo iria dizer “áfimaria, pelamordideus”, eu não quero viver assim não”. Realmente é uma expressão que arrepia o corpo inteiro, mas o povo japonês costuma dizer isso freqüentemente para dar força, dar mais energia positiva e incentivar seus filhos, seus amigos e seus parentes quando estes estão passando por uma fase ou uma situação difícil.

Como eu sou nissei, tendo pais e irmãos japoneses, fui criada e cresci ouvindo “ISSHOUKENMEI GANBATTE NE”. Eu acho que naquela época em que meus pais tinham vindo como imigrantes com visto permanente, com a determinação de viverem para sempre no Brasil, passando pelas dificuldades de adaptação da língua, clima, alimentação e principalmente da sobrevivência, toda vez que diziam para seus filhos “ISSHOUKENMEI GANBATTE NE” que quer dizer em português cotidiano “vá em frente, não se desanime, vai dar tudo certo”, eu acredito que eles estavam repetindo para eles também no seu subconsciente.

Quando nós queremos fazer alguma coisa, se pensarmos “farei se puder, farei quando tiver tempo”, nada conseguiremos. Precisamos agir resolutamente com determinação até terminar o objetivo.

Todavia, fazer aquilo de que realmente gosta é muito mais trabalhoso do que fazer aquilo que não gosta, pois neste caso é apenas seguir o que o seu chefe quer e basta se mover do jeito que ele quer e não do jeito QUE VOCÊ QUER e nada mais, apenas isso. Agindo dessa forma, o tempo vai passando e você não vai perder o seu emprego. Entretanto, fazer o que você tem na sua mente, o que o seu coração manda, testar o seu talento acalentado desde a sua infância, aquela verdadeira paixão que você tem numa determinada profissão, é mil vezes mais penoso e árduo de se concretizar porque é necessário plantar na sua consciência a expressão ISSHOUKENMEI e seguir em frente sem olhar para trás, sem arrependimento, somente ISSHOUKENMEI.

Sim, é dificílimo, mas quando você conseguir alcançar a sua meta, mostrar o seu dom natural, provar a sua capacidade, você certamente vai sentir aquela felicidade que emana do fundo do seu coração porque você o fez ISSHOUKENMEI. E a felicidade nada mais é do que você se sentir bem e como conseqüência, o sucesso vem atrás. Na minha opinião, primeiro é fazer ou pelo menos tentar fazer de corpo e alma, ISSHOUKENMEI, depois as coisas materiais aparecem como resultado.

Fonte: http://www.sonoo.com.br/Carpediem.html

(csl)
"Diálogo" entre duas feras, que com certeza adotam o Carpe Diem, e o Seja Leve... (csl)


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ser Visionário

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Historia: O vendedor de sapatos



                     Era uma vez uma indústria de calçados que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

                     Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax e.mail (csl) para a direção da empresa:

"Chefe, cancele a produção, pois aqui ninguém usa sapatos".

Sem saber desse fax e.mail(csl), o segundo consultor mandou à direção da empresa a seguinte observação:

"Chefe, triplique a produção, pois aqui ninguém usa sapatos".

Moral da História:

A diferença do vitorioso é que ele foca na resolução do problema e não apenas no problema, e enfrenta os desafios apresentados.

Moral da História na visão de csl:

(csl)
Ponto 1: A sua percepção pode não estar preparada para novos acontecimentos, isto posto avalie, calibre-a e talvez poderá ser surpreendida com algo bom... ou não, então avalie, mas descartar impulsivamente jamais.

Ponto 2: As vezes precisamos nos reprogramar, os registros de nossos chips que nossos pais imprimiram, bem como a sociedade, podem não ser os mais adequados, então quando você faz uma avaliação, acaba partindo de premissa errada, logo tomando a decisão não correta.

Ponto 3:  Deixe os paradigmas de lado, enfrente o novo. Do que vale viver se não for para ser feliz, e com certeza mais feliz ao lado de quem te ama quer bem/te adora/te deseja. (csl)

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Las Vegas





· Uma cidade que nasceu em um deserto é a que mais cresce nos USA.
· Até 1829 era uma área ocupada pelos índios Paiute.
· Foi redescoberta pelo explorador mexicano Rafael Rivera.
· Até 1905 Las Vegas era simplesmente uma parada de trem.
· Em 1906 o número de habitantes de Las Vegas era de 30 pessoas. Hoje recebe 30 milhões de pessoas por ano.
· A capital mundial da diversão foi inicialmente erguida pelos seríssimos mórmons.
· Em Las Vegas o trânsito é um caos mas não há problema de estacionamento.
· Convence algumas pessoas que já não é preciso ir a Paris, Veneza, Egito etc.
· É mais pura tradução de sorte do ditado jogo, azar no amor e vice-versa.
· Foi durante 30 anos o palco de Elvis e de sua distribuição de echarpes.
· A única coisa original de Las Vegas é a localização.
· Tem caça-níquel até no banheiro do aeroporto.
· Vende papel higiênico com estampa de dólares: ou seja, para quem está c. para o dinheiro.
· É o único lugar onde dois desconhecidos foram feitos um para o outro.
· O prêmio recorde em caça-níqueis é de US$12,5 MM ganho pela americana Suzanne Henley em 97, no cassino do Hotel New York.
· São tantos pedestres que passarelas suspensas foram necessárias par desafogar o fluxo ininterrupto de pessoas.
· Las Vegas conseguiu um encontro até mesmo entre Led Zepellin e Elvis em 1972.
· Stratosphere Las Vegas é onde estão os jogos de diversão mais altos do mundo.
· A moedinha número 1 do Tio Patinhas nunca passou por um caça-níquel de Las Vegas.
· Em Las Vegas até o amor parece perfeito.
· É a maior concentração de capelas por metro quadrado.
· Casa mais de 100mil pessoas por ano.
· Abriga 19 dos 20 maiores hotéis do mundo.
· Tupac Shakur, Guinnes Record como o rapper mais bem sucedido do mundo foi cremado no Davis Mortuary em Las Vegas
· Las Vegas não produz nada além de dinheiro.


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E era assim...





No meio do deserto, uma cidade que não pára nunca

Considerada a “Capital Mundial do Entretenimento”, Las Vegas oferece o sonho da maioria das pessoas: divertir-se dia e noite, comer e beber até cansar, jogar nos cassinos e fazer compras, tudo isto concentrado em cenários que recriam as cidades que mais gostariam de visitar.

Em que outro lugar se tem a oportunidade de ver Paris, Veneza, Nova Iorque, o Cairo, Marrakesch, um castelo medieval ou uma batalha de piratas em poucas horas?

Las Vegas é uma cidade que tinha tudo para não ser nada. Mas se tornou exatamente o contrário. É um triunfo do engenho humano. Fundada em 1905 e isolada no meio do deserto, Las Vegas é a cidade que nunca dorme. Joga-se ininterruptamente 24 horas por dia em suas centenas de Slot Machines, mesas de Baccara, Blackjack, Dados, Póquer e Roleta e salas de apostas desportivas - Sports Book (corridas de cavalos, basebol, futebol americano, boxe, entre outros). Para se ter uma idéia de como é difícil cair na tentação do jogo, existem máquinas até dentro do aeroporto. Basta desembarcar para dar de cara com elas. Além dos norte-americanos que invadem a cidade aos fins de semana, Las Vegas atrai, igualmente, milhares de turistas estrangeiros, principalmente os japoneses, e homens de negócios que participam das dezenas de seminários e convenções organizados anualmente nos centros de congressos da cidade. Sua região metropolitana tem cerca de 1,9 milhão de habitantes. A cidade, sozinha, atrai quase 40 milhões de turistas ao ano, ou dez vezes mais do que todas as centenas de atrações turísticas do Brasil.

Seu aeroporto é o décimo mais movimentado do mundo. A indústria que move a cidade não é apenas a do turismo. Vegas também atrai pessoas por ter um conjunto de leis especiais, únicas à cidade, que funcionam como um chamariz para gente de todas as partes. Há isenção de vários impostos, a indústria dos casamentos é outro exemplo curioso: paga-se apenas US$ 55 por uma licença matrimonial, que é expedida no ato, sem demora, comprovações, nem quaisquer outras dificuldades. Até "padrinhos" de aluguel estão à mão de quem quiser. Por essas e por outras é que cinco mil pessoas se mudam para a região a cada mês.

Mas o brilho de Las Vegas está mesmo na noite. É ao cair da noite que neons, reflexos e os efeitos de luz mostram toda a sua beleza. À noite, cassinos, bares e restaurantes ficam lotados e as filas se formam na entrada dos inúmeros shows e espetáculos. A vida em Las Vegas está organizada ao longo de sua maior avenida, a Las Vegas Boulevard - The Strip, onde se localizam os principais hotéis temáticos, como o Mirage Hotel and Casino, o primeiro mega-resort construído na cidade. Na área que recria Veneza, o destaque é o Venetian Resort Hotel Casino. A Ponte de Rialto tem escadas rolantes e o Palácio dos Doges serve de porta de entrada para as lojas do Grand Canal, onde o visitante encontra a recriação dos canais de Veneza e a Praça de São Marcos. É ali que gôndolas deslizam suavemente ao som do Sole Mio num perfeito cenário de cinema.

Quem aprecia a Itália vai adorar o requinte do Bellagio, considerado o hotel mais caro de Las Vegas. Lojas de marca e a magnífica “dança das águas” são alguns dos atrativos do lugar. E por falar em Europa, não deixe de visitar a Paris recriada pelos americanos. Uma subida a Torre Eiffel (com 164 metros, um pouco mais de metade dos 300 metros da verdadeira) é uma boa pedida, assim como a visita ao edifício da Operá e ao Arco do Triunfo do Hotel Paris Las Vegas. O Excalibur pretende reconstruir o mítico castelo de Camelot, com o Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda envolvidos num torneio a cavalo, disputado a vista de um banquete. Poderia ser um cenário das Mil e Uma Noites, mas o Aladdin pouco mais tem do que os cenários em tons de ocre de uma pretensa medina de Marrakesch. Efeitos especiais simulam uma trovoada com relâmpagos e chuva.

O Luxor apostou na construção de uma pirâmide negra quase do tamanho da Grande Pirâmide de Khéops e de uma Esfinge em tamanho natural, que serve de entrada principal ao cassino. A pirâmide oferece centenas de quartos e um vasto espaço de divertimentos, lojas, cinemas e restaurantes. O buffet no subsolo recria com algum realismo uma estação arqueológica no Egito.

O Mandalay Bay distingue-se pela qualidade e originalidade dos seus restaurantes: o russo Red Square, com o seu balcão de gelo e 170 tipos diferentes de vodka; o afro-latino Rumjungle, com as suas 150 variedades de rum; o mexicano Border Grill, com as suas muitas tequilas e o nova-iorquino Aureole, com a sua torre computadorizada de 12 metros, que oferece uma seleção de 1200 vinhos.

Já o MGM Grand, o maior hotel do mundo com 5034 quartos, oferece, em pleno cassino, uma inimaginável redoma de vidro com leões verdadeiros (o símbolo da Metro-Goldwyn-Mayer) e que fazem sucesso absoluto no lugar. E para completar, alguns dos mais emblemáticos estereótipos da cultura norte-americana estão reunidos nos 19 arranha-céus do New York, New York - que apresenta uma verdadeira montanha russa, réplicas da estátua da Liberdade e da ponte do Brooklin e um Time Square que é o paraíso dos restaurantes de fast-food.

Las Vegas reserva muito mais do que se espera. Entre os atrativos ainda destacam-se a torre Stratosphere, com 350 metros de altura, e o mais alto restaurante rotativo do mundo, que proporciona um magnífico panorama de toda a cidade. Tudo em Las Vegas é exagerado, deslumbrante e grandioso. Essa é sua marca registrada. O que não falta ali é diversão, existe para todos os gostos. A cidade surpreende, tem brilho e nunca fecha. Enfim, Vegas é única.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

IPAD Básico...

                         Estava eu pensando, IPAD é algo muito convencional atualmente, recordo-me que pelo lançamento do IPAD 2, filas intermináveis para a sua aquisição e, desapareceram das prateleiras rapidamente seja no Japão, nos Estados Unidos e na Europa. (csl)

                         Para aqueles que gostam de um produto com um certo diferencial, apresento este, bem básico: (csl)




O designer britânico Stuart Hughes criou o iPad 2 mais caro do mundo. Trata-se de um tablet fabricado em ouro de 18 quilates misturado com paládio, prata, zinco e um longo etcétera de diamantes (colocados no interior do logo da maçã da Apple) e, o mais impressionante, ossos de Tyrannosaurus rex. Seu preço: 5 milhões de libras, uns 13 milhões de reais. Seu nome: iPad Gold History Edition.






Com acabamento em ouro da máxima qualidade (2.000 gramas), 53 brilhantes de amolite (exatamente 750 gramas), um material formado há 75 milhões de anos, quando os dinossauros governavam o mundo, são os materiais que tornam este luxuoso iPad 2 especial. Segundo explica em seu próprio site, também inclui 57 gramas de lascas de ossos de Tyrannosaurus rex e o botão de home do aparelho é um diamante de oito quilates e médio rodeado de 12 diamantes incrustados em platina.




O problema chega quando falamos de seu preço. Uns 13 milhões de reais e a limitação de que só foram fabricadas duas unidades em todo mundo fazem com que seja um tanto complicada a aquisição desta delicatessen tecnológica.



Não se trata da primeira vez que este designer mistura a tecnologia com o luxo, seu site está repleto de outros aparelhos tecnológicos "tunados" com diamantes e ouro.




Como eu poderia dizer... Simplesmente um Luxo! (csl)

domingo, 28 de agosto de 2011

DEU PINOTE / "SIGN OUT" STEVE JOBS...

                               

DEU PINOTE / "SIGN OUT"  É o termo/expressao usado/a pelo apple lover, citado no final deste post.


                                Em Sao Paulo, Capital ainda morando lá em setembro de 2.010, tive o prazer de comprar um IPAD da APPLE, fiquei fascinado com os recursos, embora nao tivesse saida de usb, web cam e nao rodasse alguns vídeos, pois nao existia neste ultimo caso parceria com o a empresa que é líder neste seguimento.

                                 Foi o primeiro produto adquirido da marca APPLE, sempre ouvia falar desde o Macintoch, aqueles desktops/monitores coloridos que aparece no filme Legalmente Loira (ela comprando em uma loja, para os estudos do curso de Direito em Harvard), e lógico IPOD e IPHONE.

                                 Posso compreender porque Steve Jobs é um cara reverenciado pelo mercado da área de Informática, pelo mundo corporativo, e porque a sua empresa é a empresa que tem mais valor no mundo, ou seja, vale somente USS$ 338 bilhoes de dolares, recentemente passou a Exxon Mobil que era a empresa que mais valia no mercado (publicada esta noticia em outro post meu).

                                 Pois, existe um recurso, um software desenvolvido creio que eu pela APPLE, chamado move me, ou seja, se eu tivesse realizado o cadastro, caso eu perdesse tal gadget (IPAD) ou fosse furtado/roubado, seria possivel localizá-lo, ou seja, funciona como um GPS.
     
                                 Tive o prazer de ler a biografia de Steve Jobs, e ele já esteve ausente do comando em outra oportunidade, oportunidade em que foi cuidar de outros negócios e deu vida a PIXAR, uma empresa que fazia producoes cinematograficas, que depois foi vendida por uma fortuna para empresas da Disney, depois que esta empresa foi turbinada pelo Steve Jobs.

                                 Bom, para o meu desprazer, aqui onde eu estou entraram na minha residëncia, e furtaram entre outras coisas o meu lindo IPAD. Enfim vao se os aneis, deixe-se/deixam-se os dedos, sem stress. Trabalha-se e compra-se outro.


Steve Jobs deixa comando da Apple


Tim Cook, atual vice-presidente operacional, assumirá cargo de CEO.


Jobs já havia tirado licença médica em 2009 e no início de 2011.


O presidente da Apple, Steve Jobs, anunciou oficialmente nesta quarta-feira (24) que está deixando o comando da empresa. O cargo de CEO será ocupado por Tim Cook, vice-presidente operacional e que comandou a empresa durante os períodos de licença médica de Jobs.
A saída foi anunciada por carta, assinada pelo próprio Jobs (leia a íntegra abaixo).

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Jobs, durante evento de apresentação do sistema
operacional OS X Lion (Foto: Paul Sakuma/AP)


Jobs, 56 anos, fundador da empresa e que voltou para comandar a Apple em 1997 após ter deixado a companhia em 1985, se submeteu a uma cirurgia para retirada de tumor maligno no pâncreas em agosto de 2004. No primeiro semestre de 2009 e em janeiro de 2011, o empresário tirou licenças médicas para cuidar da saúde. Em ambas as ocasiões, Cook ficou no comando da empresa criadora do iPhone e do iPad.


"A extraordinária visão e liderança de Steve salvou a Apple e a guiou para sua posição de empresa de tecnologia mais inovadora e valiosa do mundo", disse Art Levinson, membro do conselho, em um comunicado.

Com Jobs, a Apple deixou de ser uma empresa perto da falência em 1997 para se tornar, no dia 9 de agosto de 2011, a maior companhia de capital aberto do mundo. "O conselho tem total confiança de que Tim é a pessoa certa para ser nosso próximo CEO", acrescentou Levinson.


                                        Bem a questao é a seguinte, Steve Jobs decidiu deixar a APPLE, fazendo um "SIGN OUT", e deixou muitos consumidores desapontados, a exemplo de um NORDESTINO, quase conterraneo meu (estou quase um nordestino já e adorando tudo isso aqui, pessoas, lugares, tudo), conforme é possível perceber abaixo, senao vejamos:


                                               Entao... é isso aí. Bom, serviu de licao, farei o cadastro no sistema move me, para nao ter novo dissabor, se eu comprar o IPAD II.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Vivemos em uma Matrix mesmo, em um mundo de faz de conta, a exemplo das crises financeiras das supostas potências Mundiais. Espirra-se lá fora, sente-se aqui e dói

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                   Ontem li uma notícia interessante, a APPLE passou em termos de valores a empresa americana que mais valia no mercado, ou seja, agora a APPLE vale US$ 338 bilhões, contra US$ 337 bilhões da Exxon Mobil, não é legal esta notícia? Eu acho ótimo, o Steve Jobs com aquele jeito de Nerd, deve assistir as notícias de crise mundial e achar graça.

                  Abri este post assim, para dar um tom de ar positivo, não é show! Ou seja, nem tudo esta perdido, desde que você saiba o que esta fazendo.

                  Como Contador, e ávido por compreender para que serve o curso de economia, fico perplexo como são realizados os ajustes para colocar a carroagem nos trilhos em termos das chamadas crises, lembra-me as marretadas contábeis que que somente os afeitos ao ofício sabem do que eu estou falando, se é para ser R$ 200,00 e está R$ 198,00 debita-se ou credita-se R$ 2,00 na conta que precisa para atingir os R$ 200,00 e a contra-partida aloca-se em uma conta chamada diversos, sabe, algo assim.

                  Bom, pouco provável que não dará algo errado merda em futuro não muito distante, quero falar aqui de crises mundiais, mas dá para ver o que comento aqui pertinho de nós e bem recente, haja vista as maquiagens contábeis do Banco Santos, Banco Banestado, Banco Panamericano, sem falar de empresas já não tão pertinho, como Tyco, Worldcom, Enron. Não há dúvida, que vai dar algo errado MERDA.

                  Executando o meu ofício, contabilizávamos obedecendo um dos princípios contábeis a Correção Monetária de Balanço, reflexo da tal inflação, de repente em 1.995 deixou de existir. Collor o Ilustre caçador de Marajás, com sua super assessora, uma economista de renome e sua super equipe em 1.992 por decreto determinaram que a inflação que era de 86% ao mês, fosse reduzida a algo palatável, e não é que foi! Por decreto, afinal manda quem pode, obedece quem tem juízo.

                    Quando isto aconteceu, foi a primeira vez que tive a percepção que o curso de econômia era balizado por uma teoria, que ao sabor dos interesses da política economica local poderia mudar, a elasticidade que tem a economia com o peso da caneta do poder executivo e legislativo é absurda.

                     Bem, me coloquei aqui hoje para falar sobre a crise econômica dos Estados Unidos, ontem em um jornal de categoria na área economica (Jornal Valor Econômico, ah! como eu amava a Gazeta Mercantil), e em várias mídias na Internet, era possível ler que em razão da crise americana, a Petrobrás e a Vale, as duas juntas haviam perdido 42 bilhões de reais, pode isso? Pois é. A bolsa cai na NYSE e reflete aqui, o valor dos papéis são assim, abre-se a bolsa com uma pontuação x, no meio da tarde pode cair muito, dependendo dos acontecimentos políticos e da economia mundial, assustando todo mundo (todo mundo que entendende deste negócio desta porra), e no final da tarde de repente volta tudo ao normal, e neste interim, incautos, desconhecedores de como funciona o mercado perdem dinheiro, e espertos ficam ricos da noite para o dia, basta saber jogar.


                   Vamos analisar brevemente este gráfico, acreditem postado por Axl Rose, do Guns N´Roses no seu facebook, rapaz preocupado com a economia do seu País atualmente, senão vejamos:




Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/axl-rose-faz-piada-com-divida-externa-americana-e-elogia-o-brasil
                     
                       1. Crise da Ásia

                       2. Crise da Rússia

                       3. Crise da Argentina





                       4. Crise nos EUA (2008)

                           O tal do subprime:

Vídeo auto-explicativo para qualquer leigo compreender  o subprime






                Em outras palavras:

  1. Os banco emitem hipotecas e as vendem aos bancos de investimento. Os bancos de investimento consolidam  as hipotecas em ações, e as vendem a investidores.
  2. Para proteger os investidores contra os atrasos de pagamento, a A.I.G. vendeu seguros para essas ações. A A.I.G. teve que pôr à parte garantias com as quais pagaria os investidores, se necessário.
  3. Os contratos rezavam que, se a cotação creditícia da A.I.G. fosse rebaixada, ela teria que apresentar garantias adicionais.
  4. Na segunda-feira, as agências de cotação creditícia, preocupadas com a queda de valor do portfólio de investimentos da própria A.I.G., rebaixaram sua cotação creditícia. A empresa foi forçada a apresentar garantias adicionais.
  5. Se a A.I.G. não o fizesse, as ações dos investidores ficariam em risco, levando talvez a perdas no mundo inteiro.

                          


                       5. Crise na Grécia







A crise financeira da Grécia pode ter profundas implicações para outros países europeus e para a economia mundial.


Num momento de protestos em Atenas contra as medidas de austeridade impostas pelo governo, o premiê George Papandreou tenta se manter no cargo, após anunciar mudanças no seu gabinete.


O premiê tenta também aprovar novas medidas de contenção de gastos necessárias para que a União Europeia e o FMI continuem efetuando os pagamentos do pacote de resgate que prometeram à Grécia.


A próxima parcela de 12 bilhões de euros (cerca de R$ 27 bilhões) do pacote quase certamente será paga, o que deve sustentar o governo grego por mais algumas semanas.
É provável que um segundo pacote seja discutido por ministros das Finanças do bloco europeu neste domingo, mas ainda não está claro quais serão os termos do novo acordo.


Por que a Grécia já precisa de um segundo pacote de resgate?


O pacote original foi aprovado há pouco mais de um ano, em maio de 2010.


A razão para o resgate é que o país estava tendo dificuldades em obter dinheiro emprestado no mercado para quitar suas dívidas. Por isso recorreu à União Europeia e ao FMI.


A ideia era dar à Grécia tempo para sanear sua economia, o que reduziria os custos para que o país obtivesse dinheiro no mercado.


Mas isso não ocorreu até agora. Pelo contrário: a agência de classificação de risco S&P recentemente deu à Grécia a pior nota de risco do mundo (dentre os países monitorados pela agência).


Assim, o país continua tendo diversas dívidas a serem quitadas, mas não é capaz de obter dinheiro comercialmente para refinanciá-las.


Por que a Grécia está nessa situação?


A Grécia gastou bem mais do que podia na última década, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida.


Nesse período, os gastos públicos foram às alturas, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.


Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelos gastos, a receita era afetada pela evasão de impostos - deixando o país totalmente vulnerável quando o mundo foi afetado pela crise de crédito de 2008.


O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos que refinanciem sua dívida.


O que a Grécia está fazendo para reverter a crise?


A Grécia apresentou planos para cortar seu deficit de maneira escalonada.
Para alcançar isso, o Parlamento grego aprovou em maio um pacote de medidas de austeridade para economizar 4,8 bilhões de euros.


O governo quer congelar os salários do setor público e aumentar os impostos e ainda anunciou o aumento do preço da gasolina.


Pretende também aumentar a idade para a aposentadoria, em uma tentativa de economizar dinheiro no sistema de pensões, já sobrecarregado.


A população reagiu com protestos, alguns deles violentos.


Muitos servidores públicos acreditam que a crise foi criada por forças externas, como especuladores internacionais e banqueiros da Europa central.


Os dois maiores sindicatos do país classificaram as medidas de austeridade como "antipopulares" e "bárbaras".


Por que a Grécia não declara moratória de suas dívidas?


Se o país não fosse membro da zona do euro, talvez fosse tentador declarar a moratória, o que significaria deixar de pagar os juros das dívidas ou pressionar os credores a aceitar pagamentos menores e perdoar parte da dívida.


No caso da Grécia, isso traria enormes dificuldades. As taxas de juros pagas pelos governos da zona do euro têm sido mantidas baixas ante a presunção de que a UE e o Banco Central Europeu proveriam assistência a países da região, justamente para evitar calotes.


Uma moratória grega, além de estimular países como Irlanda e Portugal a fazerem o mesmo, significaria um aumento de custos para empréstimos tomados pelos países menores da UE, sendo que alguns deles já sofrem para manter seus pagamentos em dia.
Se Irlanda e Portugal seguissem o caminho do calote, os bancos que lhes emprestaram dinheiro seriam afetados, o que elevaria a demanda por fundos do Banco Central Europeu.


Por isso, enquanto a Europa conseguir bancar a ajuda aos países com problemas e evitar seu calote, é provável que continue fazendo isso.


Então por que os países europeus não concordam logo com um novo pacote de resgate?


O problema é que o governo alemão quer que os bancos compartilhem as agruras de um segundo resgate.


Isso significaria que, em vez de a Grécia tomar dinheiro emprestado da UE para pagar dívidas de vencimento imediato, os bancos teriam de concordar em renegociar essas dívidas, provavelmente em termos mais favoráveis aos gregos.


O governo francês e o Banco Central Europeu advertiram que tal reestruturação da dívida seria considerada por muitos como uma moratória, o que, por sua vez, continuaria dificultando que a Grécia voltasse a tomar empréstimos comercialmente.


Mas governos europeus talvez estejam sendo influenciados pela quantidade de dinheiro que seus próprios bancos já emprestaram aos gregos.


A agência de classificação de risco Moody's já declarou que pode rebaixar a nota dos três maiores bancos da França por causa de sua vulnerabilidade à dívida grega.


A crise na Grécia pode se espalhar?


Se a Grécia promover um calote, os problemas podem se espalhar para a Irlanda e Portugal.


Mesmo sem uma moratória, ainda pode haver dificuldades, já que os pacotes de resgate oferecidos a esses dois países foram estruturados para ajudar Lisboa e Dublin até que seus governos fossem novamente capazes de obter dinheiro no mercado - como no caso de Atenas.


Um calote grego pode fazer com que investidores questionem se a Irlanda e Portugal não seguirão o mesmo caminho.


O problema real diz respeito ao que acontecerá com a Espanha, que só tem conseguido obter dinheiro no mercado a custos crescentes.


A economia espanhola equivale à soma das economias grega, irlandesa e portuguesa. Seria muito mais difícil para a UE estruturar, caso seja necessário, um pacote de resgate para um país dessa dimensão.

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Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+internacional,entenda-a-crise-na-grecia-e-suas-implicacoes,71997,0.htm

Economistas recomendam calote à argentina para crise grega

Economistas da Argentina, país que viveu uma crise crônica em 2001, estão recomendando à Grécia que adote o modelo de Buenos Aires e declare um default (calote) da dívida do país para evitar o "caos social".

Em dezembro de 2001, o governo argentino decidiu suspender pagamento de uma dívida de US$ 132 bilhões - o maior calote da história - e permitiram a flutuação de sua moeda, o peso, que até então estava atrelado ao dólar.

A Argentina amargou uma retração de 11% em 2002, mas a partir daí sua economia entrou em rota acelerada de recuperação.

O endividamento da Grécia já atingiu quase 150% do PIB (Produto Interno Bruto). O país deve aprovar, nesta semana, mais cortes de gastos e aumento nos impostos enquanto negocia um segundo pacote de ajuda, que pode chegar a 120 bilhões de euros (cerca de R$ 271,4 bilhões), com a União Europeia.

O economista argentino Orlando Ferreres, da consultoria Ferreres e Associados, disse à BBC Brasil que "a dívida grega deveria ser reestruturada com um desconto similar ao da Argentina, que a leve para 60% do seu PIB, nível que jamais deveria ter passado, segundo as normas da União Europeia".

O ex-presidente do Banco Central da Argentina, Alfonso Prat-Gay, defendeu que os "credores paguem um preço" e, como ocorreu na Argentina, "a dívida grega seja aliviada". Assim como Ferreres, ele defende que a Grécia se organize para evitar um "default traumático".

A Argentina ofereceu aos credores um pacote de reestruturação da dívida em que estes tiveram que amargar uma perda de entre 70% e 75% do valor investido.

Hoje deputado federal, Prat-Gay recomenda ao governo grego emitir novos títulos públicos substituindo os atuais, deixando claro que só pagará em cinco anos, para que a Grécia "coloque sua economia em ordem". "O desconto (para pagamento da dívida) seria maior do que o que conseguiu a Argentina. Se evitaria um caos social", afirma Prat-Gay.

                           Segundo os economistas, após a acomodação a Grécia poderia voltar a crescer – como ocorreu com a Argentina a partir de 2003, com taxas de expansão de 9% anuais, favorecida pelo crescimento internacional.
Fracasso
                            O ex-ministro da Economia, Roberto Lavagna, criticou as medidas adotadas pelo FMI em relação à Grécia. Ele também defende um default organizado.

                            No seu site, Lavagna lembra que a Argentina enfrentou a pior crise da sua história após uma longa recessão, que derrubou o então presidente Fernando de la Rua. "Houve caos nas ruas, mais de trinta mortos e um default (calote) desorganizado, um grande vazio político (quatro presidentes em poucos dias), uma desvalorização (em janeiro de 2002) que gerou inflação", afirmou Lavagna.

                            O PIB argentino despencou 20% e o desemprego e a pobreza bateram recordes, recordou. Para ele, "os governantes argentinos e o FMI fracassaram" e agora estão tentando impor "aos gregos" a mesma receita que fracassou na Argentina – a de ajustes. "Na Grécia, é possível uma reestruturação organizada da dívida atual", disse.
Crítica
                             As comparações entre os dois países têm sido quase diárias. Na sexta-feira, o editor geral do jornal Clarin, Ricardo Kirschbaum, apontou ressalvas para a ideia de que a Grécia seguisse a fórmula argentina, defendida em artigo do Premio Nobel de economia, Paul Krugman, em texto no New York Times.

                            Segundo Kirschbaum, depois do "desastre" a Argentina encontrou um caminho que "estimulou a recuperação da economia, empurrada por uma nova situação internacional e o preço excepcional das matérias primas", como a soja e a carne.

                           Mas ele destacou que a Grécia não é a Argentina, porque está na zona do euro e conta com respaldo financeiro da União Europeia para sair da atual situação.
Já o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social da Argentina (IDESA), criticou o "calote à la Argentina".

                          Por meio de um comunicado, o IDESA lembrou que salários e aposentadorias despencaram mais de 30%, depois do default e da desvalorização do peso. O instituto diz que "seria um exagero esperar que o default seja transformado imediatamente em recuperação econômica".
Diferenças
                            A economista Marina Dal Poggetto, da consultoria Bein y Asociados, e o economista Abel Viglione, da FIEL consultores, disseram à BBC Brasil que a diferença básica entre a Grécia de 2011 e a Argentina de 2001 é que a Grécia "tem crédito" da União Europeia e a Argentina não tinha a quem recorrer.
                          Marina disse que o Fundo decidiu não socorrer a Argentina, os capitais deixaram o país por falta de confiança e a sangria acabou no default "desorganizado" e "traumático".

                         Para ela, a Grécia de hoje e a Argentina de então têm o mesmo problema: contas para pagar além do que o caixa permite. Apesar de "Grécia contar com ajuda externa para sair do sufoco", Marina diz que os gregos estão numa "armadilha ainda pior".

                         Antes de cair no default, a Argentina tinha sua moeda atrelada ao dólar, o que permitiu ao país desvalorizar o peso, diminuindo a pressão sobre a economia. Já a Grécia faz parte da zona do euro, o que deixa o país sem margem de manobra para medidas de política monetária, que só podem ser tomadas pelo Banco Central Europeu.

Fonte: http://www.oriobranco.net/mundo/15552-economistas-recomendam-calote-a-argentina-para-crise-grega.html




                       6. Crise na França

                       7. Crise nos EUA (2011)




                            Quanto mesmo o Congresso americano disponibilizou para ajudar empresas como GM (General Motors), AIG, entre outras, com o propósito de socorrê-las, no sentido de não gerar um problema social àquela época?




Suntuoso a estrutura da AIG, não?! E a chamada da logomarca, onde diz " A Força para estar lá", estar lá onde? Para onde ela desejava ir?

                            Para a AIG, foi apenas US$ 180 bilhões.

Mais 1 trilhão de dólares

Governo americano apresenta o seu antídoto para anular o veneno que contamina o sistema financeiro

                          O governo dos Estados Unidos anunciou, na semana passada, sua disposição de despejar na economia ainda mais dinheiro público. Timothy Geithner, secretário do Tesouro, detalhou o seu plano de saneamento do sistema financeiro americano e informou que será usado até 1 trilhão de dólares, bancados pelos contribuintes, para extrair os ativos podres que contaminam os balanços financeiros dos bancos e os impossibilitam de exercer a sua atividade básica, que é emprestar dinheiro e dinamizar a atividade econômica. A esperança é que finalmente se consiga dar um fim aos derivativos tóxicos que ainda impedem as finanças dos Estados Unidos de retornar aos trilhos. Pela reação dos investidores, há chances reais de o programa representar o início do fim da crise: as bolsas encerraram a semana em alta, e boa parte das ações já acumula ganhos neste ano. Economistas do mundo acadêmico, no entanto, ainda continuam céticos e acreditam que há uma série de mazelas que precisam ser sanadas antes que a economia se recupere plenamente.


                          O fato de um resgate no montante de 1 trilhão de dólares não ser, talvez, suficiente para recuperar o sistema financeiro dá a dimensão do tamanho do enrosco dos americanos. Essa montanha de dinheiro é similar, por exemplo, ao total gasto pelos Estados Unidos nas guerras da Coreia e do Vietnã, com os valores já corrigidos pela inflação. Para distribuir essa quantia em cédulas, seriam necessários 10 bilhões de notas de 100 dólares, com um peso total de 10 000 toneladas. Mas esse novo trilhão é apenas mais um somado a outros tantos já despejados desde o fim de 2007, depois do estouro da bolha financeira. No total, a operação anticrise do governo americano já atinge 10 trilhões de dólares, na forma de injeção de capital nos bancos, resgate de empresas falidas, garantias e projetos de investimento em infraestrutura. Nas próximas semanas, quando o antídoto para o veneno dos bancos começar a ser aplicado, será possível saber se a medicação bastará ou se haverá a necessidade de um tratamento ainda mais extremo.


CUSTO POLÍTICO
Geithner (à esq.) e o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke (ao centro), no Congresso: explicações para os 180 bilhões de dólares usados para salvar a AIG

                          O novo pacote de saneamento financeiro foi desenhado para estimular os investidores privados a comprar os ativos problemáticos dos bancos – em geral, toda uma papelada emitida tendo como lastro títulos hipotecários que agora viraram pó. O governo entrará com altos subsídios e dará garantias aos compradores, sem o que ninguém estaria disposto a participar desse negócio. O Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), ou órgão federal de seguro aos depósitos, vai leiloar carteiras que contenham esses ativos considerados tóxicos. Ganhará quem fizer as maiores ofertas. O vencedor de cada leilão entrará num fundo de investimento público-privado, em parceira com o Tesouro. A gestão da carteira, contudo, será feita pelo setor privado, sob a supervisão do FDIC. Se tudo der certo, no futuro os investidores e o Tesouro vão recuperar, com ganhos, o total investido hoje. Mas há, obviamente, o risco substancial de as aplicações virarem grandes micos.


                               Para o estrategista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani, o pacote é "o melhor que poderia ter sido feito dadas as atuais restrições dos Estados Unidos". Segundo Padovani, a medida afasta a ideia de nacionalizar o sistema financeiro, o que seria muito complicado, custoso e ineficiente. "E também acalma um pouco o clima político, pois é mesmo difícil explicar à população a necessidade de usar recursos públicos para ajudar um banco." O economista-chefe da consultoria MB Associados, Sérgio Vale, também apoia a participação privada, mas alerta para um risco ligado à execução do pacote. "De forma geral, a estratégia está na direção certa. Só temo pela dificuldade de colocar o programa em pé e fazê-lo funcionar quanto antes. Do jeito que foi montado, pode ser que demore a surtir efeito", afirmou Vale. Professores ame-ricanos ouvidos pelo correspondente de VEJA em Nova York, André Petry, também mostraram descrença com a eficiência do plano. Na avaliação do economista de Harvard Bruce Scott, por exemplo, ainda há dois desafios essenciais: "O primeiro é o contínuo achatamento dos preços do mercado imobiliário, o que segue piorando o balanço dos bancos, expondo-os a ativos crescentemente tóxicos. O segundo problema é a alavancagem excessiva do sistema financeiro, praticamente o triplo do que se verificava até 1980".


FÁBRICA DE DINHEIRO
                        O governo dos Estados Unidos ampliou a emissão de moeda para combater a recessão

                           Ainda que nos Estados Unidos os valores sejam mais expressivos, outros países também tiveram de abrir seus cofres para combater a crise. A ação conjunta das maiores economias do mundo já atinge, ao menos, 12 trilhões de dólares. Parece uma quantidade absurda de dinheiro, mas significa um quarto da riqueza que evaporou com o estouro da bolha. Um estudo do economista Claudio Loser para o Banco Asiático de Desenvolvimento estimou em 50 trilhões de dólares o tamanho da desvalorização dos ativos financeiros. A ação dos governos tem o objetivo justamente de compensar, ao menos em parte, o desaparecimento dessa riqueza. Do contrário, a contração na atividade econômica global seria ainda mais severa. Trata-se, portanto, de uma maneira de atenuar o doloroso processo de ajuste pelo qual o mundo terá de passar por causa de três décadas de excessos.

                              O ponto inicial desse porre financeiro sem precedentes pode ser estabelecido no dia 15 de agosto de 1971, quando o presidente americano Richard Nixon decidiu, unilateralmente, que não mais seguiria as regras do padrão-ouro estabelecidas na Conferência de Bretton Woods (1944). Surgia ali a moeda fiduciária, sem valor intrínseco, baseada apenas na confiança depositada nela. Foi o primeiro passo da dissociação entre a economia real e o planeta finanças (veja o quadro). Para o filósofo Roberto Romano, da Unicamp, o mundo viu acontecer algo alertado pelos pensadores desde a Grécia Antiga: a irracionalidade e os excessos que derivam de uma relação distorcida com o dinheiro, contaminada pelas paixões humanas. Segundo o professor, quando isso acontece, o conselho da filosofia é que se invoque rapidamente a razão para controlar os exageros: "Platão afirma que o relacionamento da alma com as paixões tem de ser despótico". Se a história serve de alento, bolhas sempre são seguidas de pânicos financeiros e crise, mas cedo ou tarde o mundo das finanças recobra sua racionalidade.

Fonte: http://veja.abril.com.br/010409/p_066.shtml


                           US$ 20 bilhões para a GM (General Motors)


                           A General Motors, que já foi um dos símbolos de pujança da economia americana, viu-se, na semana passada, em meio a um impasse do qual dependia sua sobrevivência. Atolada na maior crise de sua história, a companhia precisava fechar um acordo com os detentores de títulos de sua dívida, a quem deve 27 bilhões de dólares – a metade do total –, para dar início a um inevitável processo de concordata. O plano é dividir a empresa entre uma "Velha GM", que ficará com fábricas deficitárias, contratos e outros passivos, para ser futuramente vendida, e uma "Nova GM", que permanecerá com as plantas, marcas e concessionárias mais lucrativas. A primeira tentativa de negociação da montadora com seus credores era justamente trocar a dívida por 10% dos ativos dessa "Nova GM" – mas a proposta foi recusada. Diante disso, o alto escalão da empresa subiu a oferta. Além do que havia oferecido, deu aos credores prioridade na compra de mais 15% da companhia já reestruturada. Isso com a promessa de cobrar pelas ações preço inferior ao valor de mercado. A única condição imposta pela GM era que não se colocasse nenhum obstáculo no processo de recuperação judicial. Dessa vez, a proposta teve boa acolhida. A montadora e o Tesouro americano, que já injetou 20 bilhões de dólares na GM, esperavam ouvir o o.k. final dos credores no sábado.




                           A "Nova GM" deve surgir em até noventa dias – com o governo americano como o maior acionista, com 72,5% das ações. Espera-se que o sindicato dos funcionários do setor fique com outros 17,5% e os detentores de títulos da dívida, com aqueles 10%. A estatização da GM foi a única solução encontrada para salvar a empresa. "Deixá-la quebrar aprofundaria a crise no setor e milhares de pessoas perderiam o emprego", diz Tereza Fernandez, da consultoria MB Associados. Ainda na semana passada, o governo alemão, a fabricante de autopeças canadense Magna e a GM chegaram a um acordo para a venda da subsidiária europeia da empresa Opel. Não chega a resolver a situação da montadora. Para se ter uma ideia, seu atual valor de mercado, 457 milhões de dólares, equivale a apenas 0,4% do da Toyota, hoje a maior fabricante de carros do mundo. Nada que faça lembrar os bons tempos em que a GM era uma das "Três Grandes de Detroit".




                            Quanto mesmo o Congresso americano disponibilizou para a Invasão do Iraque, para derrubar Sadam Hussein?

                            Quanto mesmo o Congresso americano disponibilizou para a Invasão do Afeganistão, na busca desenfreado para caçar Osama Bin Laden?
                   



Guerra ao terror já custou mais de 1,15 trilhão de dólares

Desde o atentado de 11 de setembro, mais de 6 mil soldados americanos foram mortos em conflitos no Iraque e no Afeganistão


Soldado americano em ação no Iraque: desde a invasão, EUA gastaram 784 bilhões de dólares (AFP)

A execução do terrorista Osama bin Laden, responsável pelo ataque que derrubou o World Trade Center em 2001, pôs fim a uma caçada que durou dez anos. Desde o atentado que matou cerca de 3 mil pessoas em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos gastaram 1,15 trilhão de dólares na guerra ao terror.


O Afeganistão foi o primeiro invadido pelas tropas de George W. Bush, menos de um mês depois do atentado de 11 de setembro. Durante os dez anos que separam a invasão do país da morte do terrorista mais procurado do mundo, os Estados Unidos desembolsaram 321 bilhões de dólares – cerca de 2,6 bilhões por mês.


A guerra contra o Iraque custou ainda mais aos cofres americanos. Até junho do ano passado, os Estados Unidos gastaram 784 bilhões de dólares na ação. Os soldados americanos chegaram ao Iraque em 2003 sob o pretexto de buscar armas de destruição em massa. Então presidente americano, Bush iniciou uma caça ao ditador iraquiano Saddam Hussein, capturado, julgado e condenado à morte anos depois.


Baixas – Uma década de guerras custou a morte de pelo menos 6 mil soldados americanos e deixou mais de 30 mil feridos. Mais de dois milhões de homens participaram dos conflitos.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/guerra-ao-terror-ja-custou-mais-de-us-1-trilhao


Fonte: http://blog.educacional.com.br/lucygeografia/2011/08/07/resumo-para-voce-entender-melhor-a-crise-da-divida-dos-estados-unidos/


O mundo todo tem acompanhado o grande impasse acerca da economia estadunidense (EUA) diante da crise da dívida pública do país.


A preocupação é geral, porque o que está em jogo não é apenas uma questão de economia nacional, mas sim mundial.


Afinal, a dívida da maior economia do mundo a expõe ao risco de perder a sua credibilidade de boa pagadora e mais próximo de vingar o calote, o primeiro da história dos EUA.


A origem do seu endividamento remonta as despesas com financiamentos de guerras e ações militares, bem como as operações norte-americanas no Afeganistão e os efeitos da crise financeira de 2008 (imobiliária e bancária).


Como sabemos, em tempo de recessão, para estimular o crescimento da economia, o país necessita de mais dinheiro. Em virtude disso e no caso específico dos EUA, o país emitiu mais papéis para ter dinheiro a fim de evitar a falência de empresas e bancos, promoveu isenção e reduziu alguns impostos, pagou benefícios sociais como seguro-desemprego diante do aumento das demissões e dos cortes de pessoal.


Estas medidas acabaram endividando não só os EUA, como também outros países, como a Grécia, Irlanda e Itália, os quais se encontram também em crise econômica.


Pois bem, até 3ª feira que vem, dia 02 de agosto, o presidente Barack Obama e o Congresso precisam chegar a um acordo consensual, capaz elevar o teto da dívida pública do país e outras medidas a fim de se evitar o risco de calote e agravar os impactos - já existentes - na economia mundial por conta da fragilidade econômica e financeira por qual o país perpassa.


Desde o mês de maio do ano em curso, a dívida pública do país alcançou o limite máximo estabelecido por lei, isto é, chegou a ordem de US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões). Este é o limite máximo da dívida pública dos EUA aprovado e estabelecido pelo Congresso americano em 1917.


Em maio, o Secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, anunciou medidas provisórias a fim de evitar o aumento da dívida, como – por exemplo - a suspensão de investimentos em fundos de pensão.


Na atual conjuntura e diante dos riscos eminentes, a solução seria elevar o teto da dívida (cogita-se na ordem de US$ 16 trilhões) e o se prazo a fim de que o país possa adquirir mais empréstimos e abater parte da sua dívida pública.


No entanto, o prazo para a votação está chegando, próxima terça-feira (02/08), e o mundo vem acompanhando o desenrolar das negociações internas de forma apreensiva.


Esse tipo de renegociação é comum no Congresso americano, segundo fontes de pesquisa, inclusive com ocorrências periódicas desde a data em que foi estabelecido o limite legal para o endividamento do país (1917).


No entanto, a atual rodada de negociação acerca do teto da dívida federal do país enfrenta um grande impasse, que se configura mais político que econômico.


O problema maior é a falta de consenso - no Congresso - por parte dos líderes dos partidos democrático (o mesmo do presidente dos EUA) e republicano (partido da oposição ao governo atual) na renegociação da dívida e adoção de outras medidas.
O presidente Barack Obama e os democratas apoiam um prazo mais longo para o pagamento da dívida pública mais a implantação de outras medidas, como alguns cortes nas despesas e o aumento da arrecadação de impostos sobre à população rica. Por sua vez, os republicanos defendem que a elevação da dívida pública - sob um acordo de curto prazo - esteja condicionada a cortes no orçamento americano, sobretudo, a na esfera social (políticas públicas assistencialistas que atendem às camadas mais pobres da população).
Daí, muitos especialistas afirmarem que a crise está vinculada mais à política do que à própria economia, pois o maior empecilho é a falta de consenso no pacote de medidas e, também, no prazo de cumprimento da dívida.


De acordo com o Jornal do Brasil, diante da atual crise da dívida dos EUA, tanto a economia americana quanto a economia mundial se encontram nas mãos destes dois partidos políticos, os quais divergem em seus interesses e têm propostas distintas.


Segundo o professor de Economia (PUC/SP), Antonio Carlos dos Santos, “A economia ainda não apresenta uma recuperação sólida, então cortar gastos não é bom. Aumentar a arrecadação de imposto é uma boa ideia porque quem vai pagar é o pessoal de alta renda. Tanto do ponto econômico quanto social, isso faz todo o sentido. Os democratas estão defendendo o sistema de bem-estar social e os republicanos estão tentando destruir o Welfare State dos EUA. É isso que está em jogo”.

Dizer que o problema da dívida pública dos EUA não é nosso é relativo, pois realmente este não é, mas nos afeta diretamente e irá nos afetar mais ainda, inclusive, a outros países se não houver um consenso durante a votação no Congresso americano na próxima 3ª feira.

Se não houver um acordo e a crise não tiver solução viável, a economia globalizada enfrentará um verdadeiro caos. Não esqueçamos que o euro se encontra fragilizado mediante a crise na União Europeia e o dólar ainda é uma moeda de referência no mercado, ditando a base de todas as negociações e acordos de acordo com o preço do dólar. E se este continuar em queda, sua desvalorização afetará os mercados, as trocas comerciais (exportações e importações), a produção industrial, entre outros aspectos.

Só para se ter uma ideia, entre os países que mais aplicou em títulos do governo norte-americano, temos a China, em primeiro e, o Brasil, em segundo lugar. Além disso, o nosso país figura entre os maiores credores dos EUA.




Dá para dizer que não temos nada a ver com este problema estadunidense? E a economia mundial?

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